A Conspiração da Nova Idade das Trevas

The New Dark Ages Conspiracy (PDF) por Carol White é um retrato (senão fiel então bastante próximo) da conspiração para manter a Humanidade ignorante e embrutecida, num mundo onde a ciência é substituída pelo misticismo e o acesso à prosperidade nos é vedado pela imposição de uma escassez artificial.

O centro de controlo da Nova Ordem Mundial está em Londres e os seus membros – as chamadas “elites” – comportam-se como parasitas da humanidade, ocupados desde há séculos com o garantir que nada mude. Têm-no feito através da guerra, grande destruidora do potencial humano, mas também com a sua infiltração na ciência, cultura e religião, com o propósito de degenerar, provocar mais divisões e conflictos e de um modo geral impedir a evolução da Humanidade.
Assim o ser humano, ocupado na maior parte do dia em garantir a própria subsistência e encorajado a passar o resto do tempo com distrações inúteis, tem sido impedido de ter mão no seu próprio destino.

Como exemplo tivemos em meados do século 19 a Guerra do Ópio, imposta pelo Império Britânico à China, com o propósito único de forçar o comércio livre do ópio (produzido na Índia), conseguindo em troca toneladas de prata e a degradação da própria sociedade chinesa, consumida pela droga. Ainda hoje o comércio internacional do ópio está nas mãos das mesmas famílias.

Felizmente temos a internet para pôr a descoberto essa oligarquia mundial e ferramentas como a orgonite para desfazer os seus planos 😎

Boas perguntas

“Obrigada Carlos, estas coisas ainda são novas para mim. Eu estou ainda a ter conhecimento dos chemtrails, da radiacao vinda dos telemoveis, das torres electricas, o projecto haarp (se é que se diz assim) dos virus que nos implantam (disseram-me que é em astral e até fisicamente com chips ou nanochips), dos virus da internet. Como sou céptica custa-me a acreditar e preciso entender de forma concreta. Preciso de factos e provas reais.
Porque há muita informacao trocada e errada. Eu tenho uma orgonite na mesinha de cabeceira do meu quarto. Vamos ver os efeitos. O que eu não entendo é o porquê de nos fazerem estas coisas. Qual é o interesse de pôrem as pessoas doentes e destas invencoes todas. Será que é só por ganancia?”

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Isso são boas perguntas e completamente válidas. Acho que é melhor esse cepticismo do que acreditar em tudo o que dizem, sem dúvida.
Há muita coisa sem bases na realidade que – umas vezes por inconsciência e outras por maldade – encontra grande eco na internet e em livros publicados. É por isso que acho que esse cepticismo, combinado com curiosidade e abertura, é essencial para se desbravar a selva de ideias com que somos deparados quando começamos a explorar caminhos fora daquilo que é o “normal”.

Também há muito medo acoplado a muita da informação de que fala (chemtrails, implantes, etc). Os chemtrails, por exemplo: eu não sei exactamente o que são mas parece-me que os seus efeitos são mais psicológicos do que outra coisa. Nos dias em que não os vejo fico contente porque vou poder ver o céu azul e o sol, sem entraves. Onde os vejo a espalharem-se e a criar aquele filme branco, sem dificuldades, é porque para aquele lado é preciso mais orgonite.
Há pessoas a adoecer em massa devido aos chemtrails? Preciso de provas. No início da década de 2000 realmente houve um surto de doenças respiratórias em vários países ocidentais. Depois de terem sido feitos muitos cloudbusters, os chemtrails deixaram de se espalhar e descer até ao solo. Agora quando espalham venenos parecem preferir avionetas e altitudes mais baixas, e esses chemtrails são transparentes.

Os implantes é outro assunto sobre o qual também há muito pouca informação verificada. Estamos a falar de uma tecnologia microscópica, quando não completamente etérica e nesse caso invisível a instrumentos conhecidos do público.
Não faço ideia como funciona mas felizmente sei como combatê-la: o lado físico/tridimensional pode ser desactivado através de um íman neodímio colocado o mais perto possível do implante, e o lado etérico com ténicas de envio de energia positiva como exemplificado aqui https://www.orgonite-portugal.com/pt/envio-de-energia-positiva/
Como saber se/onde estão implantes? Mais uma vez, usando das faculdades etéricas (intuição) ou de algum instrumento que os possa detectar (desconheço-os mas penso que existam).

Muita ciência e tecnologia avançadas têm sido impedidas de chegar a público, sendo os trabalhos de Nicola Tesla um dos maiores exemplos. Outro exemplo é a ciência do etérico, a qual à falta de instrumentos somos obrigados a usar as nossas faculdades naturais humanas para a poder estudar e manusear, o melhor que podemos – acho no entanto que neste caso será um exemplo de males que vêm por bem, pois se estivéssemos tão dependentes da tecnologia não haveria lugar para um maior interesse no espiritual, que é essencial. Afinal, o que viémos aqui fazer? 😉

Perguntou, por outras palavras, “Porque é que nos estão a fazer todo este mal?”
Esta é talvez a parte mais difícil de passar, porque temos de aceitar que há pessoas que realmente fazem coisas horrendas, subumanas. E que talvez alguns deles não sejam mesmo sequer seres humanos.

Vamos imaginar a União Soviética tal como existiu desde 1922-1991, com toda a repressão, com todas as purgas, as migrações forçadas, os prisioneiros políticos, os campos de trabalhos forçados, o medo constante e uma população que se vigiava a ela própria. Agora vamos aplicar esse modelo de organização de vida ao planeta inteiro, imaginando que cada país que agora é independente se tinha tornado parte de uma União Soviética mundial.

Pronto, é isso que eles querem das populações. Submissão completa e total. E querem essa submissão não imposta mas de vontade.
Porque isto é uma guerra do espírito mais do que uma guerra de território, de balas e de petróleo – embora também os inclua, esses factores não são o mais importante. Aquilo que desejam para nós é a pura escravidão espiritual.

Mas para isso tinham de nos moldar numa espécie de robôs, o que não é tão fácil como possa parecer. E tinham de reduzir bastante a população mundial, o que também não é tão fácil. Isto no meu entender é como uma peça de teatro em que alguns dos actores se esqueceram que não são eles a escrever o guião. Penso que se pode dizer que a Direcção da peça está a dar-nos a *todos* a oportunidade de escrevermos o guião em conjunto e está a dar-nos todas as oportunidades e mais algumas para assim participarmos. Pelo menos é desta maneira que vejo as coisas.

documentação sobre a detenção em Moçambique 2009 (viagem de gifting)

Em 2009, eu e mais três pessoas fomos detidos em Moçambique pelo ‘crime’ de fazer gifting de orgonite. Fomos libertados quase 2 meses depois porque obviamente não havia crime nenhum. Pensamos que terá sido uma tentativa de nos punir e também um aviso para outros que queiram fazer esta actividade. Saiu-lhes o tiro pela culatra, claro – a exposição do caso nos media revelou a figura ridícula que estavam a fazer e o movimento de gifting tem crescido desde o início. Este caso pode até ter ajudado algumas pessoas a conhecer a orgonite e o gifting e a iniciar-se neste caminho.

Aqui estão os documentos oficiais relativos à detenção para que as pessoas constatem a mesquinhez e ridículo a que chegam os parasitas corporativos (não tenham dúvidas de que neste momento a maior parte dos governos por esse mundo fora, desde o nível local ao supra-nacional, estão constituídos como uma qualquer empresa).

Os documentos são a acusação de 8 páginas da Procuradoria Provincial de Moçambique e o cartão rosa que todos na prisão conheciam como o almejado sinal de liberdade. As identidades das pessoas que participaram na viagem já são bem conhecidas com uma simples pesquisa na internet por isso não me parece que haja mal em as publicar, mas se algum deles assim o quiser eu retiro os seus detalhes dos documentos aqui expostos. Acho que os nomes dos nossos pais e os números os nossos passaportes, não tendo chegado ainda a público podem continuar assim como estão.

Quero referir que, à excepção do Governo e em particular do Ministério da Justiça, fomos muito bem recebidos em Moçambique, incluindo pelos outros detidos e pelos presos das duas prisões. Isto apesar de ter havido alguma tensão ao início, provocado por notícias dadas pela rádio em que nos acusavam de querermos destruir a barragem. Tudo passou muito rapidamente assim que viram como éramos inofensivos. Fomos bem tratados também pelos funcionários prisionais.

Eles eram terríveis com os nomes. No cartão rosa (ressalva) estão mencionados os nomes dos meus pais, só que tão assassinados estão os nomes que nem me dou ao trabalho de passar o marcador preto.

E também não me chamo Manuel mas isso dos nomes era a coisa menos importante dos nosso problemas na altura 😛

Lobo em Pele de Cordeiro

Estive para recomendar uma entrevista na edição online de um jornal nacional, em que um jornalista alemão falava da chamada “Crise” – este é um palavrão, uma daquelas palavras que é suposto “auto-explicar-se”, mas que na realidade, ao ser abusada, acaba por não explicar nada e até favorecer a falta de discussão e diálogo sobre a sua natureza e significado. Em vez de se procurar saber as raízes do problema parece ser muito mais fácil dizer “É a Crise!”, tal como quem culpa a má sorte, o azar, a malapata, etc.

Ao início pareceu-me que o entrevistado tocava nos pontos essenciais, chamando os “bois pelos nomes” de uma maneira que, infelizmente, não é muito habitual de se ver nos orgãos de comunicação, incluindo de Portugal. Acusava o “Programa de Ajustamento” da “Troika” (outros dois palavrões) de ser:

“organizado de uma forma opaca, por vezes arbitrária ou até ilegal. Os seus responsáveis sabem-no, e pretendem evitar perguntas críticas.”

Excelente e na mouche! É verdade que este roubo em pleno dia dos patrimónios nacionais desde Portugal à Grécia é ilegal! Os governos, como qualquer intermediário, estão aqui hoje, amanhã estarão na UE ou na administração de um banco ou grande empresa, a receber as suas comissões do arranjinho. O património, esse, é burocraticamente – mas ilegalmente – vendido a feijões. Esses parasitas sabem-no, e como qualquer parasita tentam fazer as coisas pela calada. Sobre o Programa de Ajustamento diz o nosso jornalista:

“Todo o fardo é assumido pelos trabalhadores e pelos contribuintes normais, enquanto as elites privilegiadas, que conseguem evadir a sua riqueza através dos offshores, e que são as maiores responsáveis pela crise, até conseguem lucrar com os programas de ajustamento. Por exemplo, quando conseguem comprar activos valiosos ao Estado a preços de saldo.”

E continua:

“Os Governos e os Parlamentos desses países parecem ser apenas marionetas nas mãos de desconhecidos, e não eleitos, burocratas estrangeiros. E, ou, de investidores.”

Mais uma vez, na mouche! Resumindo e concluindo, embora nem toda a história esteja incluída na singela entrevista, alguns dos actores principais e parte do enredo está aqui: os credores de governos nacionais não estão interessados na recuperação dos devedores, apenas no espoliar do património temporariamente à guarda dessa corja política. Faltava só acrescentar que as “Crises”, desde que há memória, são completamente controladas pela banca internacional. Um sistema financeiro em que o dinheiro é criado como dívida está sempre dependente de crescentes níveis de empréstimos. O que acontece quando se “fecha a torneira” a esses empréstimos (ou por outras palavras, se sobe as taxas de juro) é que de repente não há dinheiro para gastar, há uma “Contração do Mercado” (outro palavrão), o que possibilita a esses prestigitadores da finança de se chegarem ao pé dos governos e comprarem património nacional por tuta e meia (permite, enquanto as pessoas vão deixando).

Portanto até aqui tudo muito bem, palavras louváveis do jornalista entrevistado. Depois – ao estilo história do Capuchinho Vermelho – chega-se ao último parágrafo e o Lobo mostra-se:

“O principal obstáculo são os governos nacionais que nos mantêm enredados em pontos de vista estritamente nacionais, porque é aí que reside o seu poder. Mas pudemos ver nestas eleições europeias, que a anacrónica defesa de interesses nacionais, que não faz nenhum sentido economicamente, faz ricochete. Agora, em muitos países, estão em ascensão forças nacionalistas, que prometem ver-se livres desta Europa opaca e não-democrática. Esta receita, se posta em prática, tornar-nos-ia, a todos, mais pobres. Perderíamos todos os ganhos da divisão transnacional do trabalho. Mas é precisamente porque os nossos governos mantêm os cidadãos em iliteracia económica, para camuflar a verdade e os interesse que servem, que estes extremistas são bem sucedidos. Por isso, todos os que não queremos que a Europa regresse aos tempos sombrios do século passado temos de fazer o que estiver ao nosso alcance para criar um discurso público que ultrapasse as fronteiras nacionais. Ou o conseguimos, ou o projecto europeu irá ruir.”

Ou o projecto europeu irá ruir, diz ele. Ui, estou em pulgas para que esse Projecto Europeu (projecto de quem?!) vá abaixo, eu e mais uns milhões, de certeza! Este parágrafo mostra bem a ideologia por trás da pessoa: contradiz-se ao culpar os pontos de vista nacionais pela Crise Económica, quando antes tinha apontado o dedo aos interesses financeiros internacionais; usa a técnica do Bicho Papão ao acenar-nos com os recentos sucessos da Direita (outro palavrão) por essa Europa fora, como se as eleições não tivessem sido livres e democráticas (ainda que o Parlamento Europeu não tenha poder nenhum); acena-nos com mais Bichos Papões, o de Mais Probreza(!) e o do fim das fronteiras abertas que proporcionam a um cidadão da UE de ir trabalhar em qualquer país da UE. As pessoas já antes podiam ir trabalhar para fora do país, assim como enviar e receber mercadorias de fora. O mundo não vai acabar se a UE se dissolver.

Depois chama “extremistas” àqueles com quem não concorda. Mais um bocadinho e acusava-os de terrorismo. Com certeza, é uma técnica muito na moda hoje em dia. Quando não se gosta, não se percebe ou não se tem argumentos, toca de vomitar “palavrões”, especialmente daqueles que acabam em -ista, assim tenta-se manipular as pessoas através da carga emocional dessas palavras. Para acabar, acena com um Bicho Papão apocalíptico, o qual, mesmo sem ser apontado directamente, parece claro ser uma referência directa às Guerras Mundiais, razão pelas quais se diz terem sido formados movimentos federalistas como a União Europeia e as Nações Unidas (mais palavrões).

Na realidade temos estado a assistir a uma Grande e Longa Peça de Teatro pois com um pouco de pesquisa é fácil de verificar como foram/são as mesmas elites que provocaram e provocam tanto as guerras bélicas entre corpos aparentemente opostos, como as guerras financeiras ao poder económico privado das populações (e à democracia – sim, porque sem independência financeira não há escolha, e como tal não há verdadeira democracia), assim como a guerra ao conhecimento e à verdade, e a guerra à nossa saúde (uma população ignorante e doente é mais fácil de controlar) tudo isto com o intuito final de estabelecer uma ditadura mundial. Não deve ser surpresa para ninguém que já vivemos parcialmente numa ditadura transnacional quando a maior parte das leis que são (automaticamente) aprovadas nos parlamentos nacionais por essa União fora são estudadas, escritas, finalizadas e aprovadas por corpos burocráticos que não foram eleitos democraticamente. O Presidente da Comissão Europeia é bom exemplo disto. Embora seja um fantoche de outros interesses, esta posição é para “efeitos oficiais” o de chefe da União Europeia. Quando é que houve eleição para esse cargo?

É evidente que estas Crises são fabricadas pelos mesmos que logo se aprontam a oferecer uma Solução. É como com a Máfia: uma pessoa monta um estabelecimento na “zona deles” e logo aparecem uns delinquentes a partir vidros. No dia seguinte apresenta-se lá um indivíduo bem vestido a oferecer os seus Serviços de Protecção. Isto é tal e qual como a nossa corrente Crise – as coisas estão “a ruir”, portanto “a solução” é perdermos todos os nossos direitos e dinheiro até à Solução Final – os Estados Unidos da Europa! Nah, acho que nenhum de nós, nem o mais ignorante vai cair nessa 😉

Informem-se, mas não vale a pena ir ver a Wikipedias e quejandos quando se trata de informação crítica. 😉 Tenham também atenção a sites cujo maior efeito é assustar e não informar, ok? As coisas não estão tão más assim, mas se as pessoas forem acordando para aquilo que se está a passar e começarem a tomar alguma acção positiva – como fazer gifting de orgonite – isso vai acelerar a transição. Vocês já repararam na enxurrada de verdades que tem vindo ao de cima nestes últimos tempos? Ora aí está, já começaram a prender alguns e será uma questão de tempo até começarem a meter na prisão o resto dessa corja.

A Polarização de Assuntos, possível Nova Guerra Fria a Fingir, a Grande Valsa

A relação entre feitiçaria e a lavagem cerebral do público em geral é uma coisa que não é muito explorada como tema de investigação.

Um dos seus aspectos mais endémicos é a maneira como a maior parte dos assuntos é polarizado numa tentativa de distrair, mas especialmente dividir, as pessoas. Eu acho que esta é uma grande e velha técnica que os parasitas têm usado, sendo provavelmente o verdadeiro tema da alegoria da Torre de Babel. Através do controle (ou pirateio) do discurso público eles têm vindo a controlar a linguagem e até mesmo a percepção da realidade. Eu acho que essa é a única maneira de explicar como a mentalidade do “nós contra eles” ganhou tamanha força na cultura Ocidental e não só.

Vejo esta polarização a ser usada hoje em dia para dividir as pessoas em facções Pro-Ocidente e Pro-Rússia, com a situação na Ucrânia como plano de fundo. É de loucos ouvir ambos os “lados” em termos de meios de comunicação – quando faço isso parece-me que vivo num mundo esquizofrénico habitado por poucas pessoas normais.

Tenho esta impressão de que a situação da Ucrânia faz parte de um guião onde os parasitas querem que o Mundo Ocidental, na bancarrota financeira e moral, imploda como um velho império, enquando que os países dos BRICs e da Organização de Cooperação de Shangai (especialmente China e Rússia) emergem como líderes de um “novo mundo”.

Isto não quer dizer que não haja elementos independentes que gostariam de provocar o holocausto nuclear. Claro, eu também estaria frustrado se tivesse sido despromovido de semi-deus a lava-pratos da hierarquia escumalha. As coisas tornam-se mais sérias se nos lembrarmos que estou a falar de psicopatas assassinos.

A maneira de ultrapassar isto tudo será provavelmente com essas grandes entidades (governos dos EUA, UE, Russia, China) a implodir com reformas verdadeiramente positivas, provavelmente a incluir secessões. A Russia por exemplo está a parecer-se cada vez mais com a China pelos controlos cada vez mais apertados sobre a liberdade de expressão. Também estou convencido que tanto a China como a Rússia têm estado a ter a suas próprias operações de “falsa bandeira”; têm certamente gritado “terrorismo” vezes suficientes sobre incidentes domésticos suspeitos – é afinal uma ferramenta muito “útil” para unir a população.

Reconheço que a Russia e a China não praticam o imperialismo da mesma maneira que o Eixo Ocidental (principalmente EUA, Reino Unido, Israel), e que estão mais interessadas em comércio, no entanto num mundo governado por dinheiro criado a partir de dívida e mantido quase numa segunda Idade das Trevas pela supressão de tecnologia, como geradores de energia livre, as coisas ainda estão feitas para haver um incentivo para que as pessoas sem escrúpulos nos queiram parasitar a nós, a maioria.

Entretanto a orgonite e o movimento de gifting estão lentamente a atingir a consciência do público. As pessoas estão cada vez mais a moverem-se para tomar controlo das suas vidas, seja pela criação de moeda, pelos movimentos independentistas espalhados pelo mundo, e por muitas outras maneiras. Os parasitas estão a dar em loucos a anunciar um grande número de curas patenteadas para tudo, desde cancro ao envelhecimento, tentanto com isto fazer uns cobres até as pessoas abandonarem por completo a indústria farmacêutica e da saúde, pelas curas e tratamentos naturais. Este fervilhar de invenções espalha-se a outros sectores, com por exemplo a transmissão sem fios de electricidade, aparelhos de camuflagem, impressão 3D, etc.

Estes são tempos interessantes. É quase como se, mesmo com todo esse caos aparente e conspirações parasíticas, fossem constantemente dados verdadeiros passos de dança coordenados para manter as coisas num caminho onde no final vamos estar livres da máquina parasita e num lugar de prosperidade e crescimento ilimitados. Só não podemos descansar ainda 😉

Energia Universal, Mundo Etérico e Revoluções Direccionadas

Acho que é muito interessante o facto da cultura Ocidental ser a única que, hoje em dia, normalmente nega a existência de tudo o que esteja para além do mundo físico (material). Para muitas pessoas no Ocidente é assim: se não lhe podes tocar, não existe.

Há aqui um grande contraste com o resto do mundo. Na África Subsaariana por exemplo, a maior parte das pessoas conhece e respeita (ou tem medo dos) curandeiros e feiticeiros. Para os africanos a magia é uma coisa tão natural como o nascer e o pôr do sol.

Na China o conceito de energia-vital faz parte tão integrante da cultura que é impossível de imaginar várias práctias da medicina chinesa tradicional sem esse conceito. A acupuntura foi criada precisamente com base na noção de que o qi – a energia universal – flui através do corpo, tal como acontece em prácticas de outras culturas asiáticas. O famoso Reiki, de origem japonesa, funciona com base na noção de que esta energia universal pode ser transferida de uma pessoa para a outra através de técnicas em que se usa o contacto com as mãos.

A própria cultura indiana parece baseada na prana – a sua palavra para energia universal. Desde o sistema Ayruveda às prácticas de ioga que toda a gente no Ocidente conhece, a noção de uma energia universal não só está presente como é a verdadeira base sobre a qual essas prácticas são construídas. É difícil imaginar a India sem a noção de prana.
Parece-me evidente que tanto o Qi, como a Prana e o Orgone são o mesmo conceito universal para a energia vital ou o infinito oceano de energia.

Porque é que tantos Ocidentais estão tão relutantes em aceitar o conceito de energia universal? Porque estão tão relutantes em aceitar este “outro lado” das coisas – a perspectiva não-materialista, a perspectiva de que existe um mundo para além do material?

Eu não tenho a certeza quando ou como isto começou. Talvez com o começo da religião organizada e institucionalizada pelo Estado? O Concílio de Nicea do ano 325 e a subsequente adopção do Cristianismo como religião oficial do Império Romano no ano 392 foram momentos decisivos na formação das ideias europeias sobre como viver e o que existe para além do mundo material, para os séculos que se seguiram.

Aqueles de vocês que foram criados como católicos vão com certeza lembrar-se da noção de “Céu e Inferno”. Bem, isso são coisas provavelmente ligadas ao Etérico e às dimensões não-visíveis mas ainda assim, de acordo com os ensinamentos isso são coisas fora do nosso alcance terreno. São conceitos mais usados como atractivo para nos pôr a fazer “boas acções” (includindo obediência à Igreja, obviamente) enquanto vivemos. Aquilo que as crianças católicas mais temem é o Inferno, claro.

Não pensem que estou a atacar o Cristianismo, religião Católica ou qualquer religião. Eu acho que todas as grandes religiões têm aspectos positivos mas também acho que ninguém precisa de um templo ou de um sacerdote para comunhar com o Criador.
Eu acho que devemos diferenciar entre os muitos aspectos positivos dessas religiões e o Clero em si. O Vaticano tem sido instrumento de opressão durante séculos.

No Ocidente, o conhecimento e compreensão do mundo etérico e da energia universal têm sido abafados durante séculos para que os praticantes de magia-negra que têm operado a estrutura parasita imposta à Humanidade pudessem continuar os seus planos sem serem incomodados.
A Inquisição e seus rebentos como os julgamentos às “bruxas de Salem”, foram criados e executados precisamente para dar cabo da “competição”, pelos sub-humanos dos apertos-de-mão-secretos que controlam as estruturas da Igreja e a da chamada Lei, pois estes odiavam que houvesse mais alguém que pudesse ver e interagir com as dimensões Etéricas. O Mundo Etérico é a verdadeira fonte para a realidade Física e tridimensional, claro, e aqueles que controlam o etérico, controlam o mundo. Eu acho que a maior parte das pessoas apenas quer tomar conta das suas próprias vidas 😉

Nos séculos XIX e XX o foco passou dos julgamentos pelo fogo e tortura nas masmorras para as insituições psiquiátricas, as drogas psicoactivas e a tortura dos choques eléctricos. Nós no Ocidente somos ensinados desde crianças a franzir as sobrancelhas e a rejeitar as ideias de visões, “amigos invisíveis”, fantasmas, espíritos, somos ensinados que tudo aquilo que não se encontra num livro de ciência é simplesmente uma idiotice.

Onde eu acho que eles conseguiram pôr os Ocidentais a pensar que os seres humanos são pouco mais do que animais, feitos para labutar e lutar por comida, sexo e abrigo, foi provavelmente com os desenvolvimentos materialistas, mecanicistas, nihilistas e outros desenvolvimentos doentios na filosofia, religião etc, nos últimos séculos. O Darwinismo – em que nós vimos de amebas e portanto devemos ser espiritualmente iguais às amebas – é ainda hoje venerado por uma Ciência que se desligou do resto da Humanidade (e muitas vezes da própria realidade).

Esta programação – porque isto é pouco mais do que lavagem ao cérebro, do tipo mais pérfido, feito ao longo de séculos – foi provavelmente implementada de maneira mais eficiente, ironicamente, com as revoluções liberais e democráticas na Europa desde o século XVIII.

Todas essas revoluções controladas por maçons têm várias coisas em comum, sendo que uma delas é o ódio absoluto à religião. Havia razões para ter rancor à Igreja, claro. A Igreja tinha sido, durante séculos, um dos pilares que sustinha o status quo e mantinha a maior parte da população na verdadeira escravidão. Mas as manobras intriguistas dos maçons fizeram com que as pessoas se ressentissem com a própria ideia de um Criador, de tal maneira que – ainda hoje – muita gente considera qualquer crença religiosa ou espiritual como sendo superstição retrógrada.

Eu acredito que muitas dessas revoluções aconteceram na altura certa. Mas também acredito que o sistema parasitário que ainda controla muitos aspectos das nossas vidas, conseguiu naquela altura, como o faz ainda hoje em dia, cooptar a vontade genuína da mudança que vinha das pessoas comuns e direccionar essa vontade para servir os seus planos.

A União Europeia, por exemplo – o ideal seria que a UE não fosse mais do que a livre circulação de pessoas e bens com a conveniência de que todos usariam a mesma moeda e todos os estados tomariam conta e se protegeriam uns aos outros. E isso não é bom? Não, porque isso é só o rótulo da garrafa. O que realmente existe é um monstro déspota e antidemocrático de proporções gigantescas, muito à imagem da antiga União Soviética, que suga a energia e os recursos dos seus cidadãos enquanto se sustém, conseguindo até ganhar tamanho.

E eles queriam que a UE fosse o modelo de um Governo Mundial… veem como os Poderes-Que-Já-Foram estão desligados da realidade? Tenho de os chamar de “Já-Foram” porque, sinceramente, a sua capacidade para concluir planos tem sido muito má, pelo menos nos últimos 20 anos. Mesmo que você não acredite no poder positivo da orgonite para transformar o mundo, não vai conseguir negar o impacto que tiveram, por exemplo, as revelações de Edward Snowden no paradigma mundial. O tempo dos parasitas está a acabar 😉

O Dinheiro

O que é o dinheiro e como é criado?

Em resumo será isto:

Estamos a viver num sistema de criação de dinheiro chamado “sistema de reserva fraccionada”.

No final da Idade Média na Europa, quando a riqueza começou a mudar de mãos – dos senhores feudais e reis para os mercadores da cidades – começou a tornar-se necessário para esses mercadores guardarem a sua riqueza num lugar seguro, afinal de contas eles não tinham nem castelos nem guardas. Os sítios mais seguros para guardar essa riqueza eram os cofres-fortes dos joalheiros. E portanto os joalheiros expandiram o seu negócio para incluir a guarda e protecção de moedas e jóias, por um preço.

Quando recebiam estes itens preciosos para guardar, os joalheiros davam então um recibo ao dono desses itens – esse recibo declarava o que estava guardado e quem era o seu dono. O dono do recibo podia então levar o recibo consigo e usá-lo como moeda de troca, tal como se fosse dinheiro a sério, para adquirir bens ou serviços. Ao usá-lo para uma troca ele passaria o recibo para o nome do destinatário de maneira a que este pudesse recolher as moedas e jóias correspondentes que estivessem guardadas no cofre-forte do joalheiro, se assim o desejasse.

Não demorou muito tempo até estes recibos começarem a ser tão aceites para transacções como as moedas e jóias a sério. Ao mesmo tempo, as pessoas sabiam que os joalheiros guardavam dinheiro e valores, e então iam ter com eles para que lhes emprestassem dinheiro, ao que os joalheiros aquiesciam, por uma taxa. A confiança nos recibos como moeda aceite em transacções tornou-se tão grande que os joalheiros tiveram uma ideia:
“Se toda a gente aceita os nossos recibos como se fossem dinheiro a sério, e se nós de qualquer das maneiras já emprestamos dinheiro sob a forma de recibos, porque não começamos a emprestar mais dinheiro do que aquele que está depositado? Nunca ninguém vai saber porque também quase nunca ninguém vem trocar os seus recibos por moedas e jóias!”

E assim nasceu o sistema de reserva fraccionada.

Isto significa que quem faz o empréstimo só precisa de ter uma percentagem desse empréstimo na sua posse.
Mas mais importante, o dinheiro está a ser criado como dívida!

Vamos ver um exemplo simples. Supondo que estávamos em 1461 e o total absoluto de moeda era 1000 florins. Desses 1000 florins, quase todos estavam depositados com o único joalheiro da cidade e as pessoas practicamente só usavam os recibos que lhes fornecera o joalheiro para as suas trocas. Agora o Sr. Gilas vem ter com o joalheiro e pede-lhe um empréstimo de 10 florins.

Estamos prestes a presenciar a primeira transacção de um sistema de reserva fraccionada 😎

O joalheiro, em vez de emprestar 10 florins em moeda, do seu próprio dinheiro, decidiu que iria pura e simplesmente criar os 10 florins – directamente com a sua pena – acrescentando no livro de contas que o Sr. Gilas deve agora 10 florins (mais juros). O joalheiro entrega o recibo ao Sr. Gilas, um recibo tão válido como todos os outros, e o Sr. Gilas segue o seu caminho, satisfeito da vida.

Mas nós agora temos 10 florins-de-papel em circulação que foram criados como dívida! É que todos os outros 1000 florins-de-papel estão salvaguardados por algo, seja moedas ou jóias, que por sua vez representam transacções envolvendo imobiliário, vacas, roupa, trabalho e riqueza reais! Os únicos florins em existência que foram criados de uma forma parasítica foram os do Sr. Gilas, perdão, foram os 10 florins do joalheiro. O joalheiro continuaria a emprestar até 10000 ou 100000 florins e a enriquecer muito com esse processo – pelo menos enquanto as pessoas não soubessem da fraude. O segredo é muito importante com estes truques malvados!

Pessoalmente não gosto de usura – o processo de emprestar dinheiro com a promessa de uma percentagem a ser paga sobre o total do empréstimo. Mas se é um acordo limpo entre duas pessoas, porque não? Hoje em dia o dinheiro de qualquer modo perde valor rapidamente pelo que é natural ter isto em consideração. Devido ao sistema de reserva fraccionado e às prensas dos bancos centrais (a outra maneira como o dinheiro é criado) 1 Euro em 2001 valia mais do que vale hoje. A isto chama-se “inflação” e acontece porque há muito mais Euros, físicos e electrónicos, em circulação do que havia antes, e o dinheiro também está sujeito às leis da oferta e da procura: quando há mais oferta para uma mesma procura, perde valor.
Acho que podemos justificar os juros pagos sobre o empréstimo como pagamento por um serviço e pelo risco corrido por que quem está a emprestar o dinheiro.

O que não podemos justificar é as práticas parasíticas dos bancos comerciais e dos bancos centrais que criam dinheiro a partir do nada!

Como funcionam os Bancos Centrais? Os Bancos Centrais são instituições PRIVADAS.

O Banco Central Europeu, por exemplo, pertence a Bancos Centrais “nacionais”, tanto dos países que funcionam com euro, como de outros países. Estes bancos detém uma percentagem do BCE e portanto são os accionistas – os verdadeiros donos do BCE. Se quer saber quem é o dono de alguma coisa, é só procurar pelos accionistas 😉

Agora estes Bancos Centrais “nacionais” também não pertencem a nenhum governo nacional! Não senhor, mais uma vez estas instituições supostamente públicas pertencem a interesses privados!
Vamos dar uma olhada no Banco de Itália, por exemplo. Nem todos os Bancos Centrais oferecem as suas informações tão abertamente mas a lista de accionistas do Banco de Itália é fácil de encontrar: https://www.bancaditalia.it/chi-siamo/funzioni-governance/partecipanti-capitale/index.html (se este link não estiver a funcionar, podem ir buscar uma versão antiga aqui).

De acordo com a lista, tal como estava disponível no dia 17-FEV-2014, os 3 maiores accionistas são: Intesa Sanpaolo S.p.A., UniCredit S.p.A. and Assicurazioni Generali S.p.A.

Quem são estes? Se você vem de Itália talvez os reconheça. Intesa Sanpaolo é um grupo bancário resultante da fusão entre Banca Intesa e Sanpaolo IMI, baseado em Turim. UniCredit é uma empresa global de serviços bancários e financeiros com aproximadamente 40 milhões de clientes em 20 países. E a Assicurazioni Generali é a maior empresa de seguros em Itália e uma das maiores da Europa.

Este é o tipo de corporações parasíticas para as quais o lucro está acima de tudo, e esta gente está à frente do Euro e das Políticas Monetárias Europeias, a emissão e empréstimo de dinheiro, em suma: são responsáveis pela perda de valor do dinheiro – a perda de valor do nosso trabalho – e são responsáveis pelo empobrecimento e escassez artificiais, impostas às populações do mundo hoje em dia.
Há mais responsáveis do que só os banqueiros, sobre os quais eu gostaria de escrever noutro dia.

Agora que o deixei com aquilo que poderão ser revelações muito chocantes, você poderá a estar a perguntar-se o que fazer a tudo isto.

Eu não acredito que esta situação continue por muito mais tempo. Há um número crescente de sinais de que as coisas vão mudar, de que as pessoas estão a ficar mais atentas às coisas e a começar a exigir práticas honestas das instituições com que lidam – os governos também são instituições – e estes sinais apontam numa direcção positiva.
Você pode escolher esperar que estas mudanças se dêem lentamente, ou pode escolher tomar parte activa e ajudar: através de tratar de si próprio, usar orgonite, ou mesmo fazer gifting ao pé de onde vive ou até mais longe. Há muitas maneiras positivas de tomar parte activa. A orgonite vai tornar esta transição mais fácil.