A Conspiração da Nova Idade das Trevas

The New Dark Ages Conspiracy (PDF) por Carol White é um retrato (senão fiel então bastante próximo) da conspiração para manter a Humanidade ignorante e embrutecida, num mundo onde a ciência é substituída pelo misticismo e o acesso à prosperidade nos é vedado pela imposição de uma escassez artificial.

O centro de controlo da Nova Ordem Mundial está em Londres e os seus membros – as chamadas “elites” – comportam-se como parasitas da humanidade, ocupados desde há séculos com o garantir que nada mude. Têm-no feito através da guerra, grande destruidora do potencial humano, mas também com a sua infiltração na ciência, cultura e religião, com o propósito de degenerar, provocar mais divisões e conflictos e de um modo geral impedir a evolução da Humanidade.
Assim o ser humano, ocupado na maior parte do dia em garantir a própria subsistência e encorajado a passar o resto do tempo com distrações inúteis, tem sido impedido de ter mão no seu próprio destino.

Como exemplo tivemos em meados do século 19 a Guerra do Ópio, imposta pelo Império Britânico à China, com o propósito único de forçar o comércio livre do ópio (produzido na Índia), conseguindo em troca toneladas de prata e a degradação da própria sociedade chinesa, consumida pela droga. Ainda hoje o comércio internacional do ópio está nas mãos das mesmas famílias.

Felizmente temos a internet para pôr a descoberto essa oligarquia mundial e ferramentas como a orgonite para desfazer os seus planos 😎

Boas perguntas

“Obrigada Carlos, estas coisas ainda são novas para mim. Eu estou ainda a ter conhecimento dos chemtrails, da radiacao vinda dos telemoveis, das torres electricas, o projecto haarp (se é que se diz assim) dos virus que nos implantam (disseram-me que é em astral e até fisicamente com chips ou nanochips), dos virus da internet. Como sou céptica custa-me a acreditar e preciso entender de forma concreta. Preciso de factos e provas reais.
Porque há muita informacao trocada e errada. Eu tenho uma orgonite na mesinha de cabeceira do meu quarto. Vamos ver os efeitos. O que eu não entendo é o porquê de nos fazerem estas coisas. Qual é o interesse de pôrem as pessoas doentes e destas invencoes todas. Será que é só por ganancia?”

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Isso são boas perguntas e completamente válidas. Acho que é melhor esse cepticismo do que acreditar em tudo o que dizem, sem dúvida.
Há muita coisa sem bases na realidade que – umas vezes por inconsciência e outras por maldade – encontra grande eco na internet e em livros publicados. É por isso que acho que esse cepticismo, combinado com curiosidade e abertura, é essencial para se desbravar a selva de ideias com que somos deparados quando começamos a explorar caminhos fora daquilo que é o “normal”.

Também há muito medo acoplado a muita da informação de que fala (chemtrails, implantes, etc). Os chemtrails, por exemplo: eu não sei exactamente o que são mas parece-me que os seus efeitos são mais psicológicos do que outra coisa. Nos dias em que não os vejo fico contente porque vou poder ver o céu azul e o sol, sem entraves. Onde os vejo a espalharem-se e a criar aquele filme branco, sem dificuldades, é porque para aquele lado é preciso mais orgonite.
Há pessoas a adoecer em massa devido aos chemtrails? Preciso de provas. No início da década de 2000 realmente houve um surto de doenças respiratórias em vários países ocidentais. Depois de terem sido feitos muitos cloudbusters, os chemtrails deixaram de se espalhar e descer até ao solo. Agora quando espalham venenos parecem preferir avionetas e altitudes mais baixas, e esses chemtrails são transparentes.

Os implantes é outro assunto sobre o qual também há muito pouca informação verificada. Estamos a falar de uma tecnologia microscópica, quando não completamente etérica e nesse caso invisível a instrumentos conhecidos do público.
Não faço ideia como funciona mas felizmente sei como combatê-la: o lado físico/tridimensional pode ser desactivado através de um íman neodímio colocado o mais perto possível do implante, e o lado etérico com ténicas de envio de energia positiva como exemplificado aqui https://www.orgonite-portugal.com/pt/envio-de-energia-positiva/
Como saber se/onde estão implantes? Mais uma vez, usando das faculdades etéricas (intuição) ou de algum instrumento que os possa detectar (desconheço-os mas penso que existam).

Muita ciência e tecnologia avançadas têm sido impedidas de chegar a público, sendo os trabalhos de Nicola Tesla um dos maiores exemplos. Outro exemplo é a ciência do etérico, a qual à falta de instrumentos somos obrigados a usar as nossas faculdades naturais humanas para a poder estudar e manusear, o melhor que podemos – acho no entanto que neste caso será um exemplo de males que vêm por bem, pois se estivéssemos tão dependentes da tecnologia não haveria lugar para um maior interesse no espiritual, que é essencial. Afinal, o que viémos aqui fazer? 😉

Perguntou, por outras palavras, “Porque é que nos estão a fazer todo este mal?”
Esta é talvez a parte mais difícil de passar, porque temos de aceitar que há pessoas que realmente fazem coisas horrendas, subumanas. E que talvez alguns deles não sejam mesmo sequer seres humanos.

Vamos imaginar a União Soviética tal como existiu desde 1922-1991, com toda a repressão, com todas as purgas, as migrações forçadas, os prisioneiros políticos, os campos de trabalhos forçados, o medo constante e uma população que se vigiava a ela própria. Agora vamos aplicar esse modelo de organização de vida ao planeta inteiro, imaginando que cada país que agora é independente se tinha tornado parte de uma União Soviética mundial.

Pronto, é isso que eles querem das populações. Submissão completa e total. E querem essa submissão não imposta mas de vontade.
Porque isto é uma guerra do espírito mais do que uma guerra de território, de balas e de petróleo – embora também os inclua, esses factores não são o mais importante. Aquilo que desejam para nós é a pura escravidão espiritual.

Mas para isso tinham de nos moldar numa espécie de robôs, o que não é tão fácil como possa parecer. E tinham de reduzir bastante a população mundial, o que também não é tão fácil. Isto no meu entender é como uma peça de teatro em que alguns dos actores se esqueceram que não são eles a escrever o guião. Penso que se pode dizer que a Direcção da peça está a dar-nos a *todos* a oportunidade de escrevermos o guião em conjunto e está a dar-nos todas as oportunidades e mais algumas para assim participarmos. Pelo menos é desta maneira que vejo as coisas.

documentação sobre a detenção em Moçambique 2009 (viagem de gifting)

Em 2009, eu e mais três pessoas fomos detidos em Moçambique pelo ‘crime’ de fazer gifting de orgonite. Fomos libertados quase 2 meses depois porque obviamente não havia crime nenhum. Pensamos que terá sido uma tentativa de nos punir e também um aviso para outros que queiram fazer esta actividade. Saiu-lhes o tiro pela culatra, claro – a exposição do caso nos media revelou a figura ridícula que estavam a fazer e o movimento de gifting tem crescido desde o início. Este caso pode até ter ajudado algumas pessoas a conhecer a orgonite e o gifting e a iniciar-se neste caminho.

Aqui estão os documentos oficiais relativos à detenção para que as pessoas constatem a mesquinhez e ridículo a que chegam os parasitas corporativos (não tenham dúvidas de que neste momento a maior parte dos governos por esse mundo fora, desde o nível local ao supra-nacional, estão constituídos como uma qualquer empresa).

Os documentos são a acusação de 8 páginas da Procuradoria Provincial de Moçambique e o cartão rosa que todos na prisão conheciam como o almejado sinal de liberdade. As identidades das pessoas que participaram na viagem já são bem conhecidas com uma simples pesquisa na internet por isso não me parece que haja mal em as publicar, mas se algum deles assim o quiser eu retiro os seus detalhes dos documentos aqui expostos. Acho que os nomes dos nossos pais e os números os nossos passaportes, não tendo chegado ainda a público podem continuar assim como estão.

Quero referir que, à excepção do Governo e em particular do Ministério da Justiça, fomos muito bem recebidos em Moçambique, incluindo pelos outros detidos e pelos presos das duas prisões. Isto apesar de ter havido alguma tensão ao início, provocado por notícias dadas pela rádio em que nos acusavam de querermos destruir a barragem. Tudo passou muito rapidamente assim que viram como éramos inofensivos. Fomos bem tratados também pelos funcionários prisionais.

Eles eram terríveis com os nomes. No cartão rosa (ressalva) estão mencionados os nomes dos meus pais, só que tão assassinados estão os nomes que nem me dou ao trabalho de passar o marcador preto.

E também não me chamo Manuel mas isso dos nomes era a coisa menos importante dos nosso problemas na altura 😛

Lobo em Pele de Cordeiro

Estive para recomendar uma entrevista na edição online de um jornal nacional, em que um jornalista alemão falava da chamada “Crise” – este é um palavrão, uma daquelas palavras que é suposto “auto-explicar-se”, mas que na realidade, ao ser abusada, acaba por não explicar nada e até favorecer a falta de discussão e diálogo sobre a sua natureza e significado. Em vez de se procurar saber as raízes do problema parece ser muito mais fácil dizer “É a Crise!”, tal como quem culpa a má sorte, o azar, a malapata, etc.

Ao início pareceu-me que o entrevistado tocava nos pontos essenciais, chamando os “bois pelos nomes” de uma maneira que, infelizmente, não é muito habitual de se ver nos orgãos de comunicação, incluindo de Portugal. Acusava o “Programa de Ajustamento” da “Troika” (outros dois palavrões) de ser:

“organizado de uma forma opaca, por vezes arbitrária ou até ilegal. Os seus responsáveis sabem-no, e pretendem evitar perguntas críticas.”

Excelente e na mouche! É verdade que este roubo em pleno dia dos patrimónios nacionais desde Portugal à Grécia é ilegal! Os governos, como qualquer intermediário, estão aqui hoje, amanhã estarão na UE ou na administração de um banco ou grande empresa, a receber as suas comissões do arranjinho. O património, esse, é burocraticamente – mas ilegalmente – vendido a feijões. Esses parasitas sabem-no, e como qualquer parasita tentam fazer as coisas pela calada. Sobre o Programa de Ajustamento diz o nosso jornalista:

“Todo o fardo é assumido pelos trabalhadores e pelos contribuintes normais, enquanto as elites privilegiadas, que conseguem evadir a sua riqueza através dos offshores, e que são as maiores responsáveis pela crise, até conseguem lucrar com os programas de ajustamento. Por exemplo, quando conseguem comprar activos valiosos ao Estado a preços de saldo.”

E continua:

“Os Governos e os Parlamentos desses países parecem ser apenas marionetas nas mãos de desconhecidos, e não eleitos, burocratas estrangeiros. E, ou, de investidores.”

Mais uma vez, na mouche! Resumindo e concluindo, embora nem toda a história esteja incluída na singela entrevista, alguns dos actores principais e parte do enredo está aqui: os credores de governos nacionais não estão interessados na recuperação dos devedores, apenas no espoliar do património temporariamente à guarda dessa corja política. Faltava só acrescentar que as “Crises”, desde que há memória, são completamente controladas pela banca internacional. Um sistema financeiro em que o dinheiro é criado como dívida está sempre dependente de crescentes níveis de empréstimos. O que acontece quando se “fecha a torneira” a esses empréstimos (ou por outras palavras, se sobe as taxas de juro) é que de repente não há dinheiro para gastar, há uma “Contração do Mercado” (outro palavrão), o que possibilita a esses prestigitadores da finança de se chegarem ao pé dos governos e comprarem património nacional por tuta e meia (permite, enquanto as pessoas vão deixando).

Portanto até aqui tudo muito bem, palavras louváveis do jornalista entrevistado. Depois – ao estilo história do Capuchinho Vermelho – chega-se ao último parágrafo e o Lobo mostra-se:

“O principal obstáculo são os governos nacionais que nos mantêm enredados em pontos de vista estritamente nacionais, porque é aí que reside o seu poder. Mas pudemos ver nestas eleições europeias, que a anacrónica defesa de interesses nacionais, que não faz nenhum sentido economicamente, faz ricochete. Agora, em muitos países, estão em ascensão forças nacionalistas, que prometem ver-se livres desta Europa opaca e não-democrática. Esta receita, se posta em prática, tornar-nos-ia, a todos, mais pobres. Perderíamos todos os ganhos da divisão transnacional do trabalho. Mas é precisamente porque os nossos governos mantêm os cidadãos em iliteracia económica, para camuflar a verdade e os interesse que servem, que estes extremistas são bem sucedidos. Por isso, todos os que não queremos que a Europa regresse aos tempos sombrios do século passado temos de fazer o que estiver ao nosso alcance para criar um discurso público que ultrapasse as fronteiras nacionais. Ou o conseguimos, ou o projecto europeu irá ruir.”

Ou o projecto europeu irá ruir, diz ele. Ui, estou em pulgas para que esse Projecto Europeu (projecto de quem?!) vá abaixo, eu e mais uns milhões, de certeza! Este parágrafo mostra bem a ideologia por trás da pessoa: contradiz-se ao culpar os pontos de vista nacionais pela Crise Económica, quando antes tinha apontado o dedo aos interesses financeiros internacionais; usa a técnica do Bicho Papão ao acenar-nos com os recentos sucessos da Direita (outro palavrão) por essa Europa fora, como se as eleições não tivessem sido livres e democráticas (ainda que o Parlamento Europeu não tenha poder nenhum); acena-nos com mais Bichos Papões, o de Mais Probreza(!) e o do fim das fronteiras abertas que proporcionam a um cidadão da UE de ir trabalhar em qualquer país da UE. As pessoas já antes podiam ir trabalhar para fora do país, assim como enviar e receber mercadorias de fora. O mundo não vai acabar se a UE se dissolver.

Depois chama “extremistas” àqueles com quem não concorda. Mais um bocadinho e acusava-os de terrorismo. Com certeza, é uma técnica muito na moda hoje em dia. Quando não se gosta, não se percebe ou não se tem argumentos, toca de vomitar “palavrões”, especialmente daqueles que acabam em -ista, assim tenta-se manipular as pessoas através da carga emocional dessas palavras. Para acabar, acena com um Bicho Papão apocalíptico, o qual, mesmo sem ser apontado directamente, parece claro ser uma referência directa às Guerras Mundiais, razão pelas quais se diz terem sido formados movimentos federalistas como a União Europeia e as Nações Unidas (mais palavrões).

Na realidade temos estado a assistir a uma Grande e Longa Peça de Teatro pois com um pouco de pesquisa é fácil de verificar como foram/são as mesmas elites que provocaram e provocam tanto as guerras bélicas entre corpos aparentemente opostos, como as guerras financeiras ao poder económico privado das populações (e à democracia – sim, porque sem independência financeira não há escolha, e como tal não há verdadeira democracia), assim como a guerra ao conhecimento e à verdade, e a guerra à nossa saúde (uma população ignorante e doente é mais fácil de controlar) tudo isto com o intuito final de estabelecer uma ditadura mundial. Não deve ser surpresa para ninguém que já vivemos parcialmente numa ditadura transnacional quando a maior parte das leis que são (automaticamente) aprovadas nos parlamentos nacionais por essa União fora são estudadas, escritas, finalizadas e aprovadas por corpos burocráticos que não foram eleitos democraticamente. O Presidente da Comissão Europeia é bom exemplo disto. Embora seja um fantoche de outros interesses, esta posição é para “efeitos oficiais” o de chefe da União Europeia. Quando é que houve eleição para esse cargo?

É evidente que estas Crises são fabricadas pelos mesmos que logo se aprontam a oferecer uma Solução. É como com a Máfia: uma pessoa monta um estabelecimento na “zona deles” e logo aparecem uns delinquentes a partir vidros. No dia seguinte apresenta-se lá um indivíduo bem vestido a oferecer os seus Serviços de Protecção. Isto é tal e qual como a nossa corrente Crise – as coisas estão “a ruir”, portanto “a solução” é perdermos todos os nossos direitos e dinheiro até à Solução Final – os Estados Unidos da Europa! Nah, acho que nenhum de nós, nem o mais ignorante vai cair nessa 😉

Informem-se, mas não vale a pena ir ver a Wikipedias e quejandos quando se trata de informação crítica. 😉 Tenham também atenção a sites cujo maior efeito é assustar e não informar, ok? As coisas não estão tão más assim, mas se as pessoas forem acordando para aquilo que se está a passar e começarem a tomar alguma acção positiva – como fazer gifting de orgonite – isso vai acelerar a transição. Vocês já repararam na enxurrada de verdades que tem vindo ao de cima nestes últimos tempos? Ora aí está, já começaram a prender alguns e será uma questão de tempo até começarem a meter na prisão o resto dessa corja.

A Polarização de Assuntos, possível Nova Guerra Fria a Fingir, a Grande Valsa

A relação entre feitiçaria e a lavagem cerebral do público em geral é uma coisa que não é muito explorada como tema de investigação.

Um dos seus aspectos mais endémicos é a maneira como a maior parte dos assuntos é polarizado numa tentativa de distrair, mas especialmente dividir, as pessoas. Eu acho que esta é uma grande e velha técnica que os parasitas têm usado, sendo provavelmente o verdadeiro tema da alegoria da Torre de Babel. Através do controle (ou pirateio) do discurso público eles têm vindo a controlar a linguagem e até mesmo a percepção da realidade. Eu acho que essa é a única maneira de explicar como a mentalidade do “nós contra eles” ganhou tamanha força na cultura Ocidental e não só.

Vejo esta polarização a ser usada hoje em dia para dividir as pessoas em facções Pro-Ocidente e Pro-Rússia, com a situação na Ucrânia como plano de fundo. É de loucos ouvir ambos os “lados” em termos de meios de comunicação – quando faço isso parece-me que vivo num mundo esquizofrénico habitado por poucas pessoas normais.

Tenho esta impressão de que a situação da Ucrânia faz parte de um guião onde os parasitas querem que o Mundo Ocidental, na bancarrota financeira e moral, imploda como um velho império, enquando que os países dos BRICs e da Organização de Cooperação de Shangai (especialmente China e Rússia) emergem como líderes de um “novo mundo”.

Isto não quer dizer que não haja elementos independentes que gostariam de provocar o holocausto nuclear. Claro, eu também estaria frustrado se tivesse sido despromovido de semi-deus a lava-pratos da hierarquia escumalha. As coisas tornam-se mais sérias se nos lembrarmos que estou a falar de psicopatas assassinos.

A maneira de ultrapassar isto tudo será provavelmente com essas grandes entidades (governos dos EUA, UE, Russia, China) a implodir com reformas verdadeiramente positivas, provavelmente a incluir secessões. A Russia por exemplo está a parecer-se cada vez mais com a China pelos controlos cada vez mais apertados sobre a liberdade de expressão. Também estou convencido que tanto a China como a Rússia têm estado a ter a suas próprias operações de “falsa bandeira”; têm certamente gritado “terrorismo” vezes suficientes sobre incidentes domésticos suspeitos – é afinal uma ferramenta muito “útil” para unir a população.

Reconheço que a Russia e a China não praticam o imperialismo da mesma maneira que o Eixo Ocidental (principalmente EUA, Reino Unido, Israel), e que estão mais interessadas em comércio, no entanto num mundo governado por dinheiro criado a partir de dívida e mantido quase numa segunda Idade das Trevas pela supressão de tecnologia, como geradores de energia livre, as coisas ainda estão feitas para haver um incentivo para que as pessoas sem escrúpulos nos queiram parasitar a nós, a maioria.

Entretanto a orgonite e o movimento de gifting estão lentamente a atingir a consciência do público. As pessoas estão cada vez mais a moverem-se para tomar controlo das suas vidas, seja pela criação de moeda, pelos movimentos independentistas espalhados pelo mundo, e por muitas outras maneiras. Os parasitas estão a dar em loucos a anunciar um grande número de curas patenteadas para tudo, desde cancro ao envelhecimento, tentanto com isto fazer uns cobres até as pessoas abandonarem por completo a indústria farmacêutica e da saúde, pelas curas e tratamentos naturais. Este fervilhar de invenções espalha-se a outros sectores, com por exemplo a transmissão sem fios de electricidade, aparelhos de camuflagem, impressão 3D, etc.

Estes são tempos interessantes. É quase como se, mesmo com todo esse caos aparente e conspirações parasíticas, fossem constantemente dados verdadeiros passos de dança coordenados para manter as coisas num caminho onde no final vamos estar livres da máquina parasita e num lugar de prosperidade e crescimento ilimitados. Só não podemos descansar ainda 😉