A Fonte Da Juventude

Recomendo vivamente o livro “A Fonte Da Juventude” de Peter Kelder.

Os 5 exercícios (ritos) nele ensinados são simples, não consomem muito tempo e os benefícios sentem-se logo desde o início.
Ajudam com o fluir da sua energia, dando um “boost” logo de manhã ao acordar que para mim é melhor do que qualquer café. Também me sinto mais centrado e “dentro de mim” – não substituindo as técnicas de grounding, é uma excelente prática complementar. Para finalizar (e sem querer prometer nada) pelo menos comigo aconteceu perder excesso de peso.

Ficam aqui excertos traduzidos:

 


Rito Número Um

“O primeiro rito,” continuou o Coronel, “é muito simples. É feito com o propósito de acelerar os vórtices [chakras]. As crianças fazem-no muitas vezes quando brincam.
“Tudo o que tem a fazer é estar de pé, direito e com os braços esticados e paralelos ao chão. Agora rode sobre si próprio até começar a ficar tonto. Uma coisa coisa importante: tem de rodar da esquerda para a direita. Ou seja, se puser um relógio no chão com a face virada para cima, o rodar do corpo será feito no mesmo sentido do movimento dos ponteiros.
“Ao princípio a maior parte dos adultos só será capaz de rodar sobre si próprio uma meia dúzia de vezes antes de ficar tonto. Enquanto principiante não tente fazer mais. E se quiser sentar-se ou deitar-se para recuperar das tonturas então faça isso sem hesitar. Foi o que aconteceu comigo. Ao início, pratique o rito apenas até ao ponto em que começa a ficar ligeiramente tonto. Mas com o tempo, quando começar a praticar mais os cinco ritos, será capaz de rodar mais e ter menos tonturas.
“Para evitar as tonturas pode fazer o mesmo que os dançarinos e os praticantes de patinagem artística fazem. Antes de começar a rodar, foque a sua visão num único ponto directamente à sua frente. Depois, quando começa a rodar, continue a fixar a sua visão nesse ponto, durante tanto tempo quanto possível. A certa altura esse ponto terá de deixar o seu campo de visão para que a sua cabeça possa rodar, seguindo o movimento do corpo. Quando isto acontecer, rode a cabeça muito depressa para voltar rapidamente a fixar o mesmo ponto de antes. Este ponto de referência ajuda-o a prevenir a desorientação e as tonturas.”

 

Rito Número Dois

(Se quiser faça uso de uma superfície, por exemplo um tapete de yoga, para praticar os ritos 2-5)

“Quando estiver deitado de costas, estenda os braços ao comprido, ao longo do corpo e deixe as palmas das mãos viradas para o chão, com os dedos juntos uns aos outros. Depois levante a cabeça do chão, chegando o queixo ao peito. Enquanto faz isto, levante as pernas (mantendo os joelhos direitos) até que elas fiquem na vertical. Se possível, deixe as pernas avançar até ficarem por cima do corpo, com os pés na direcção da cabeça. Mas não deixe os joelhos dobrar.
“Depois baixe lentamente a cabeça e as pernas, mantendo os joelhos direitos. Deixe todos os músculos relaxar e repita o rito.
“Com cada repetição, dê um ritmo à sua respiração: inspire fundo enquanto levanta a cabeça e as pernas; expire completamente enquanto as baixa. Entre as repetições e enquanto está a permitir aos músculos descansar um pouco, mantenha-se a respirar do mesmo modo. Quanto mais profundamente respirar, melhor.
“Se não conseguir manter os joelhos perfeitamente direitos, então deixe-os dobrar-se tanto quanto o necessário. Mas enquanto faz o rito, tente endireitá-los o máximo possível.”

 

Rito Número Três

“O terceiro rito deve ser feito logo a seguir ao segundo. Também é muito simples. Tudo o que tem a fazer é ajoelhar-se no chão, mantendo o tronco direito. As mãos devem estar encostadas aos músculos das coxas.
“Agora, incline a cabeça e o pescoço para a frente, encostando o queixo ao peito. Depois, mova a cabeça e o pescoço para trás tanto quanto for possível, arqueando a espinha. Enquanto arqueia a espinha, ajude a suportar essa posição contraindo os músculos dos braços, que estão direitos. Depois de arquear a espinha, volte à posição inicial e comece o rito todo do início.
“Tal como com o segundo rito, deve fazer uma respiração com ritmo. Inspirar fundo enquanto arqueia a espinha e expirar completamente o ar quando volta à posição inicial das costas direitas. Respirar fundo é muito benéfico, por isso ponha tanto ar nos seus pulmões quanto possível.”

 

Rito Número Quatro

“A primeira vez que fiz o rito número quatro,” disse o Coronel, “parecia-me muito difícil. Mas depois de uma semana era tão simples como os outros.
“Primeiro, sente-se no chão com as pernas estendidas para a sua frente e os pés a cerca de 30 cm um do outro. Com o tronco erecto, coloque as palmas das mãos no chão, ao pé das suas nádegas. Depois, coloque o queixo encostado ao peito.
“Agora, ponha a cabeça para trás tanto quanto possível. Ao mesmo tempo, levante o seu corpo de maneira a que os joelhos se dobrem enquanto os braços ficam a direito. O tronco do seu corpo vai formar uma linha com a parte superior das pernas, horizontalmente com o chão, enquanto que ambos os braços assim como a parte inferior das pernas vão ficar na vertical, de maneira perpendicular ao chão. Depois contraia cada músculo do corpo. Finalmente, relaxe os seus músculos enquanto volta à posição original em que estava sentado, e descanse antes de repetir.
“Mais uma vez, a respiração é importante para este rito. Inspire fundo enquanto levanta o corpo. Sustenha a respiração enquanto contrai os músculos e expire completamente o ar enquanto trás o corpo de volta à posição inicial. Continue a respirar da mesma maneira enquanto descansa, entre cada repetição do rito.”

 

Rito Número Cinco

O Coronel prosseguiu, “Quando fizer o quinto rito, o seu corpo vai estar virado para baixo. Estará suportado pelas mãos, palmas contra o chão, e com os dedos dos pés flexionados. Durante este rito, as mãos assim como os pés, devem estar posicionados a cerca de 60 cm um do outro, e os braços e as pernas devem ser mantidos direitos.
“Comece com os seus braços perpendiculares ao chão e a espinha arqueada, de maneira a que o corpo esteja numa posição pendente. Agora ponha a cabeça para trás tanto quanto possível. Depois, dobrando o corpo, ponha-se numa posição de “V” invertido. Ao mesmo tempo, encoste o queixo ao peito. E pronto, é tudo. Depois volte à posição original e comece o rito todo outra vez.
“Ao fim da primeira semana, a maior parte das pessoas acha este um dos ritos mais fáceis de se fazer. Quando se tornar mais versado neste rito, deixe o corpo cair da posição de “V” invertido até quase, quase tocar no chão. Contraia os músculos por um momento, tanto no ponto em que o corpo está mais levantado (o V invertido) como no ponto em está mais baixo e com as costas arqueadas.
“Continue o mesmo padrão de respiração usado nos ritos anteriores. Inspire fundo enquanto levanta o corpo. Expire completamente o ar enquanto devolve o corpo à posição inicial”

 


O livro aconselha a fazer as coisas com calma e sem forçar. Se houver algum exercício que não consiga fazer ao início, não há problema – com o tempo e a prática dos outros exercícios vai ser possível melhorar as suas capacidades.
Ao início cada rito deve ser feito, se possível, pelo menos 5 vezes, progredindo no número de repetições até um ideal de 21 vezes seguidas. Desde que iniciei esta prática, há cerca de um mês, ainda não fiz rotinas com mais de 8 ou 9 repetições mas nota-se logo desde o início a sua influência positiva. As melhores alturas para o fazer são de manhã ao acordar e à noite antes de deitar.

O livro trata de várias outras coisas relacionadas com o bem-estar e a saúde, mas estes cinco ritos são o essencial.

Experiências com Som para Elevar as Energias

O som e a luz são basicamente dois aspectos permutáveis. Os dois ficheiros de que trata este post foram feitos com a intenção de usar o som para elevar a energia do lugar e das pessoas onde o ficheiro é tocado.

* Orgone In A Can foi feito por Manfred Hotwagner em 2009 quando este gravou o “som” da orgonite. Isto não é algo que se possa ouvir com o ouvido mas o efeito positivo parece inegável. Este ficheiro tem uma qualidade inferior ao CD que o Manfred fez – neste momento só está disponível o ficheiro mp3, mas se no futuro houver ficheiros de qualidade superior disponíveis então eles serão postos também aqui. Aqui têm o tópico original começado pelo Manfred onde ele descreve o processo que o levou a estas gravações.

* Emerald Singing Bowl é também um mp3, este feito pela Dooney de donebydooney.com que gravou o som audível da sua “Taça Cantora” (singing bowl). Na minha experiência estas taças maravilhosas são excelentes para criar uma energia pacífica, forte e de alto amor. Eu acredito que a Dooney se inspirou no trabalho do Manfred para criar esta gravação. Quando houver um ficheiro de qualidade superior será também aqui posto há disposição.

Como é que isto funciona? Vocês conhecem as experiências do Dr. Masaru Emoto em que ele conseguiu afectar a estrutura cristalina da água através de palavras, orações, música, etc?

Isto funciona de maneira parecida. Por exemplo, no caso de “Orgone In A Can” estamos a pegar na alta energia positiva da orgonite e a gravar isso para um ficheiro de som. Uma vez que esteja a tocar, este ficheiro de som vai funcionar um pouco como uma “estação retransmissora” ou talvez como “fotocópia” da peça de orgonite, espalhando pelo menos alguns dos seus efeitos positivos originais nesse lugar.

Alguns cientistas de quântica afirmam que o universo é holográfico. Isto quer dizer que uma pequena parte de algo já contém toda a informação possível do todo. Isto poderá ser aplicado ao ADN e a muitas outras coisas – no meu entendimento também se aplica em que, por exemplo, ao se fazer um tomba-torres simples não se precise de um cristal grande ou perfeito. Eu acho que isso é porque a “informação” contida num pequeno pedaço de cristal partido é o que basta para fazer orgonite bastante eficiente. Isto é uma parte da ciência que até agora é pouco compreendida e mesmo até considerada “à margem”, mas eu acredito que a tendência crescente seja para que se lhe dê mais atenção. Divirtam-se!

Energia Universal, Mundo Etérico e Revoluções Direccionadas

Acho que é muito interessante o facto da cultura Ocidental ser a única que, hoje em dia, normalmente nega a existência de tudo o que esteja para além do mundo físico (material). Para muitas pessoas no Ocidente é assim: se não lhe podes tocar, não existe.

Há aqui um grande contraste com o resto do mundo. Na África Subsaariana por exemplo, a maior parte das pessoas conhece e respeita (ou tem medo dos) curandeiros e feiticeiros. Para os africanos a magia é uma coisa tão natural como o nascer e o pôr do sol.

Na China o conceito de energia-vital faz parte tão integrante da cultura que é impossível de imaginar várias práctias da medicina chinesa tradicional sem esse conceito. A acupuntura foi criada precisamente com base na noção de que o qi – a energia universal – flui através do corpo, tal como acontece em prácticas de outras culturas asiáticas. O famoso Reiki, de origem japonesa, funciona com base na noção de que esta energia universal pode ser transferida de uma pessoa para a outra através de técnicas em que se usa o contacto com as mãos.

A própria cultura indiana parece baseada na prana – a sua palavra para energia universal. Desde o sistema Ayruveda às prácticas de ioga que toda a gente no Ocidente conhece, a noção de uma energia universal não só está presente como é a verdadeira base sobre a qual essas prácticas são construídas. É difícil imaginar a India sem a noção de prana.
Parece-me evidente que tanto o Qi, como a Prana e o Orgone são o mesmo conceito universal para a energia vital ou o infinito oceano de energia.

Porque é que tantos Ocidentais estão tão relutantes em aceitar o conceito de energia universal? Porque estão tão relutantes em aceitar este “outro lado” das coisas – a perspectiva não-materialista, a perspectiva de que existe um mundo para além do material?

Eu não tenho a certeza quando ou como isto começou. Talvez com o começo da religião organizada e institucionalizada pelo Estado? O Concílio de Nicea do ano 325 e a subsequente adopção do Cristianismo como religião oficial do Império Romano no ano 392 foram momentos decisivos na formação das ideias europeias sobre como viver e o que existe para além do mundo material, para os séculos que se seguiram.

Aqueles de vocês que foram criados como católicos vão com certeza lembrar-se da noção de “Céu e Inferno”. Bem, isso são coisas provavelmente ligadas ao Etérico e às dimensões não-visíveis mas ainda assim, de acordo com os ensinamentos isso são coisas fora do nosso alcance terreno. São conceitos mais usados como atractivo para nos pôr a fazer “boas acções” (includindo obediência à Igreja, obviamente) enquanto vivemos. Aquilo que as crianças católicas mais temem é o Inferno, claro.

Não pensem que estou a atacar o Cristianismo, religião Católica ou qualquer religião. Eu acho que todas as grandes religiões têm aspectos positivos mas também acho que ninguém precisa de um templo ou de um sacerdote para comunhar com o Criador.
Eu acho que devemos diferenciar entre os muitos aspectos positivos dessas religiões e o Clero em si. O Vaticano tem sido instrumento de opressão durante séculos.

No Ocidente, o conhecimento e compreensão do mundo etérico e da energia universal têm sido abafados durante séculos para que os praticantes de magia-negra que têm operado a estrutura parasita imposta à Humanidade pudessem continuar os seus planos sem serem incomodados.
A Inquisição e seus rebentos como os julgamentos às “bruxas de Salem”, foram criados e executados precisamente para dar cabo da “competição”, pelos sub-humanos dos apertos-de-mão-secretos que controlam as estruturas da Igreja e a da chamada Lei, pois estes odiavam que houvesse mais alguém que pudesse ver e interagir com as dimensões Etéricas. O Mundo Etérico é a verdadeira fonte para a realidade Física e tridimensional, claro, e aqueles que controlam o etérico, controlam o mundo. Eu acho que a maior parte das pessoas apenas quer tomar conta das suas próprias vidas 😉

Nos séculos XIX e XX o foco passou dos julgamentos pelo fogo e tortura nas masmorras para as insituições psiquiátricas, as drogas psicoactivas e a tortura dos choques eléctricos. Nós no Ocidente somos ensinados desde crianças a franzir as sobrancelhas e a rejeitar as ideias de visões, “amigos invisíveis”, fantasmas, espíritos, somos ensinados que tudo aquilo que não se encontra num livro de ciência é simplesmente uma idiotice.

Onde eu acho que eles conseguiram pôr os Ocidentais a pensar que os seres humanos são pouco mais do que animais, feitos para labutar e lutar por comida, sexo e abrigo, foi provavelmente com os desenvolvimentos materialistas, mecanicistas, nihilistas e outros desenvolvimentos doentios na filosofia, religião etc, nos últimos séculos. O Darwinismo – em que nós vimos de amebas e portanto devemos ser espiritualmente iguais às amebas – é ainda hoje venerado por uma Ciência que se desligou do resto da Humanidade (e muitas vezes da própria realidade).

Esta programação – porque isto é pouco mais do que lavagem ao cérebro, do tipo mais pérfido, feito ao longo de séculos – foi provavelmente implementada de maneira mais eficiente, ironicamente, com as revoluções liberais e democráticas na Europa desde o século XVIII.

Todas essas revoluções controladas por maçons têm várias coisas em comum, sendo que uma delas é o ódio absoluto à religião. Havia razões para ter rancor à Igreja, claro. A Igreja tinha sido, durante séculos, um dos pilares que sustinha o status quo e mantinha a maior parte da população na verdadeira escravidão. Mas as manobras intriguistas dos maçons fizeram com que as pessoas se ressentissem com a própria ideia de um Criador, de tal maneira que – ainda hoje – muita gente considera qualquer crença religiosa ou espiritual como sendo superstição retrógrada.

Eu acredito que muitas dessas revoluções aconteceram na altura certa. Mas também acredito que o sistema parasitário que ainda controla muitos aspectos das nossas vidas, conseguiu naquela altura, como o faz ainda hoje em dia, cooptar a vontade genuína da mudança que vinha das pessoas comuns e direccionar essa vontade para servir os seus planos.

A União Europeia, por exemplo – o ideal seria que a UE não fosse mais do que a livre circulação de pessoas e bens com a conveniência de que todos usariam a mesma moeda e todos os estados tomariam conta e se protegeriam uns aos outros. E isso não é bom? Não, porque isso é só o rótulo da garrafa. O que realmente existe é um monstro déspota e antidemocrático de proporções gigantescas, muito à imagem da antiga União Soviética, que suga a energia e os recursos dos seus cidadãos enquanto se sustém, conseguindo até ganhar tamanho.

E eles queriam que a UE fosse o modelo de um Governo Mundial… veem como os Poderes-Que-Já-Foram estão desligados da realidade? Tenho de os chamar de “Já-Foram” porque, sinceramente, a sua capacidade para concluir planos tem sido muito má, pelo menos nos últimos 20 anos. Mesmo que você não acredite no poder positivo da orgonite para transformar o mundo, não vai conseguir negar o impacto que tiveram, por exemplo, as revelações de Edward Snowden no paradigma mundial. O tempo dos parasitas está a acabar 😉