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Efeitos visíveis da orgonite

Já me pediram várias vezes provas visíveis dos efeitos da orgonite e nem sempre me lembro dos melhores exemplos mas acho que esta página da loja Quebec Orgone tem algumas fotos elucidativas. Tirando a experiência com o cloudbuster que implica um investimento maior, são tudo coisas fáceis de reproduzir 😉

https://www.quebecorgone.com/en/visible-effects-of-orgone

A Conspiração da Nova Idade das Trevas

The New Dark Ages Conspiracy (PDF) por Carol White é um retrato (senão fiel então bastante próximo) da conspiração para manter a Humanidade ignorante e embrutecida, num mundo onde a ciência é substituída pelo misticismo e o acesso à prosperidade nos é vedado pela imposição de uma escassez artificial.

O centro de controlo da Nova Ordem Mundial está em Londres e os seus membros – as chamadas “elites” – comportam-se como parasitas da humanidade, ocupados desde há séculos com o garantir que nada mude. Têm-no feito através da guerra, grande destruidora do potencial humano, mas também com a sua infiltração na ciência, cultura e religião, com o propósito de degenerar, provocar mais divisões e conflictos e de um modo geral impedir a evolução da Humanidade.
Assim o ser humano, ocupado na maior parte do dia em garantir a própria subsistência e encorajado a passar o resto do tempo com distrações inúteis, tem sido impedido de ter mão no seu próprio destino.

Como exemplo tivemos em meados do século 19 a Guerra do Ópio, imposta pelo Império Britânico à China, com o propósito único de forçar o comércio livre do ópio (produzido na Índia), conseguindo em troca toneladas de prata e a degradação da própria sociedade chinesa, consumida pela droga. Ainda hoje o comércio internacional do ópio está nas mãos das mesmas famílias.

Felizmente temos a internet para pôr a descoberto essa oligarquia mundial e ferramentas como a orgonite para desfazer os seus planos 😎

Orgonite – é preciso limpar?

Questão de uma cliente:

“Gostaria se possível me esclarecesse acerca de uma questão!? É necessário aquando da recepção dos Orgonites fazer alguma limpeza? Devemos fazer de quando em vez alguma limpeza, se sim, como, a regularidade do procedimento e ainda se existe alguma dica que pense importante, no uso deles,”


Não há necessidade de nenhuma limpeza. Isso é uma coisa que é preciso fazer a cristais, que funcionam de maneira diferente pois eles podem acumular energiar. A orgonite não acumula mas sim transmuta a energia negativa em energia positiva.

Se tiver algum desejo ou curiosidade de interagir com a orgonite, isso é outra coisa.
A orgonite é um objecto etérico “vivo”, ou seja é possível estabelecer uma relação com a orgonite e a sua energia, e de tentar aplicar essa energia de maneira consciente.
Não sendo uma coisa necessária de se fazer, há sempre essa possibilidade e pode contribuir para o nosso crescimento espiritual.

Ainda estamos todos um bocado a aprender sobre isto, portanto a **** teria de inventar os seus próprios “rituais”. Se entretanto aprender alguma coisa, terei muito gosto se o partilhar comigo.

Obrigado 😉

O Zapper

Deixei de vender zappers. Por um lado porque estava a vender cada vez menos mas ao fim destes 6 anos reparei também que já há vários outros vendedores de confiança a satisfazer a procura por zappers Don Croft aqui na Europa e isso deixa-me descansado. Achei também que era preferível focar-me na orgonite. Não quer dizer que no futuro não arrange outro site onde forneça zappers, mas esta não é a altura certa.

Posto isto continuo muito “propagandista” do zapper e dos seus efeitos. Para além de usar com regularidade posso testemunhar que já me ajudaram com várias coisas: depois de 2 infecções pulmonares em 2004-2006 e utilizando zappers desde 2007, nunca mais tive esse tipo de problema. Aliás não tomo medicamentos a não ser em casos muito raros e é com a consciência do mal que fazem (ex. anestesia no dentista). Ajudou-me também com uma verruga enorme que tinha no dedo do pé embora tenha tido de o usar muitas, muitas horas por dia durante uma semana – nessa altura apercebi-me que pode fazer uma grande diferença usar o zapper 24h por dia ao invés de ser apenas duas ou três. Ao meu cão, o qual aplico um zapper básico 1 hora por semana, parece ter curado uma infecção urinária. Ele estava com muito pouco controlo sobre a sua bexiga mas já melhorou bastante, embora seja um cão com alguma idade.

Estão aqui alguns recursos para quem procura um zapper:

Como fazer um zapper
Zapper Terminator (fabricante – Don Croft)
Zapper básico (fabricante)
Zapper básico (outro fabricante)

Traduzi também algumas palavras de Don Croft sobre o que são os zappers e como funcionam. Acho que que podem ajudar quem esteja interessado nestes maravilhosos aparelhos.

 

Como os zappers funcionam – por Don Croft

Ninguém pesquisou o suficiente para responder a esta pergunta com confiança portanto estamos todos (incluindo eu) um pouco a adivinhar. Pesquisa séria, como já disse antes, custa muito dinheiro e raramente é feita excepto por universidades patrocinadas por corporações ou pelas próprias corporações, havendo em nenhum dos casos interesse algum em zappers. Eu não consigo pensar em nenhuma grande corporação (golem) cuja existência não esteja ameaçada directa ou indirectamente por tecnologia empoderadora do indivíduo como é o zapper.

Eu prefiro a teoria mais racional e simples de que os zappers fornecem uma fonte ininterrupta de electrões livres para o corpo e que isto assegura que o campo estático pelo corpo fora se mantém saudável. Ou seja, que há uma abundância de electrões livres.

Dois pequenos factos suportam isto: o smog, que é uma coisa parecida com a infestação interna por parasitas, é apenas o resultado visível da suspensão coloidal de partículas tóxicas na atmosfera e isso acontece porque há um deficit de electrões livres no campo estático ambiente. Esta também é a razão pela qual um pouco de trovoada limpa rapidamente a atmosfera poluída e faz com que o ar cheire a ozono – as partículas tóxicas perdem imediatamente a suspensão e caem ao solo

Os nossos zappers (Terminator e T-Rx) têm todos uma frequência: aproximadamente 15 ciclos por segundo (Hertz, Hz).

Nunca vi provas de que este processo muito suave de electrificação no corpo ou a limpeza da atmosfera pela acção de relâmpagos tivessem alguma coisa a ver com frequências. Há muita confusão entre os zappers e o gerador de frequências do Dr Rife mas as duas coisas representam estratégias completamente separadas de atingir a cura e ambas são válidas, partindo do princípio que a pessoa em posse do Gerador Rife tem habilidade suficiente para determinar a frequência ressonante apropriada para matar patógenos específicos. Os zappers parecem destruir todos os tipos de patógenos ao mesmo tempo, através de um processo diferente (electrificação suave). O Dr. Rife baseou o seu trabalho na descoberta do Dr. Abrams de que qualquer ser vivo nocivo se desintegra na presença da emissão rádio com o mesmo comprimento de onda que o comprimento do corpo desse organismo. Um cientista da Pensilvânia na década de 1950 estava a destruir pestes de insectos agrícolas pelo Estado inteiro quando a agência federal FDA enviou milhares de agentes àquele estado para conduzirem uma campanha de assassinato da sua reputação. Essa história é contada no livro de Tompkins e Bird com o título “The Secret Life of Plants” [A Vida Secreta das Plantas]. Alguns anos antes das pessoas começarem a promover zappers multi-frequência, baseados em tabelas de frequência plagiadas ao Dr. Rife que as desenvolveu no inicio da década de 1900s, houve uma mudança e as tabelas tornaram-se obsoletas. A Carol e eu costumávamos vender zappers por atacado a dois operadores de Gerador Rife que estavam a ter bons resultados usando frequências descobertas por radiestesia. Eles insistiam que os seus clientes usassem um zapper ao início antes de os tentarem diagnosticar e tratar com a máquina, mas eu pergunto-me se eles estivessem a usar a máquina Rife para restaurar órgãos e tecido danificado ao invés de estarem a matar os parasitas do corpo. Nós deixámos de estar em contacto com eles mas se eles estivessem aqui eu perguntava-lhes se as frequências que resultaram poderiam estar relacionadas com as dimensões dos órgãos afectados.

Há muito anos atrás ouvi falar de um Dr. na República Dominicana que estava a curar o cancro com um grande electroíman e nessa altura especulei que talvez este aparelho enorme, que rodeava o paciente, estivesse simplesmente a induzir um fluxo de micro-corrente no corpo, que é como parecem funcionar os zappers simples. A frequência dos zappers produz capacitância e quando um zapper regista 5 milésimos de um ampere no disco e só 5 milionésimos de um ampere no corpo isto significa que só um décimo de 1% da corrente do zapper atravessa a pele, via a capacitância do zapper. O milagre, para mim, é que tão pouca corrente seja aparentemente capaz de conseguir tanto. É com certeza uma corrente demasiado insignificante para danificar o corpo seja como for.

Há indicações por pesquisa sólida como os organismos patógenos (vermes, bactérias, vírus e fungos) criam o mesmo tipo de campo estático doentio no corpo que permite ao smog acídico de existir na atmosfera. É bem conhecido como os parasitas estão constantemente a excretar ácidos, incluindo formol, álcool e amónia no seu meio e há no nosso site uma foto de vermes intestinais acabados de matar (por um zapper colocado junto ao abdómen) que estão já em processo de decomposição: a sua pele parece estar a dissolver-se. Em poucas palavras, os ambientes ácidos têm falta de electrões livres. Já reparei que a maior parte das pessoas com uma educação superior prefere teorias complexas e abstrusas ao invés das teorias simples e racionais como esta e há um monte de desinformação sobre os zappers criada por pessoas vestidas de bata branca e com uma quantidade impressionante de letras antes do nome.

Um exemplo da preferência dos detentores de canudo por teorias más mas românticas ao invés das observações simples e práticas é este: quando comecei a pôr discos de cobre na caixa do zapper em vez de ligar fios às “varinhas” que se seguram com as mãos, houve vários engenheiros de electrónica que me disseram que isto não podia funcionar porque os dois eléctrodos estavam demasiado próximos um do outro para permitir a capacitância através da pele. A única razão pela qual deixei de usar as “varinhas” foi porque reparei que os meus clientes não estavam a usar os seus zappers excepto quando em sofrimento, porque basicamente era muito inconveniente terem que estar sempre a segurar nos terminais. Então testei a minha modificação numa dúzia de pessoas que tinham congestão de sinusite crónica. Em todos os casos a congestão desapareceu em 20 minutos, que era o mesmo tempo necessário quando se seguravam os eléctrodos, um em cada mão. Isto foi em 1997 e já ninguém critica o estarmos a colocar discos de cobre na caixa.

Não há corrente suficiente para transferir cobre ou zinco através da pele. Eu sei isto porque nos primeiros anos fazia muita prata coloidal. Eu usava um circuito de zapper, modificado para ligar fios de prata desde os terminais das pilhas directamente à água destilada. O método que estou a dizer fazia prata coloidal da melhor, que era amarela e continha 20 partes por milhão de fino colóide de prata. Um zapper produz aproximadamente metade da corrente da bateria que o faz funcionar. Eu tentei fazer colóide de cobre a partir de uma pilha de 9V mas de todo não consegui. Também não consegui fazer colóide com outros metais e uma pilha de 9 V.

Para transferir metais que não a prata para a água requer aparentemente tanta electricidade que a corrente seria provavelmente fatal para o corpo, por isso eu quero assegurar os nossos clientes de que eles nunca sofrerão qualquer envenenamento de metal por nenhum zapper alimentado a pilhas. Mesmo que fosse possível passar metal através da pele, isso seria na forma de nutriente e não veneno. Os Americanos são deficientes em cobre por causa dos métodos de agricultura industrial destrutivos dos últimos 50 anos, por isso se alguém conseguisse receber quantidades vestigiais de cobre através do zapping isso iria melhorar a saúde ao invés de fazer mal. Esta questão apareceu quando eu comecei a usar moedas de cobre em vez dos discos para os nossos zappers e nessa altura houve uma campanha coordenada de propaganda que nos forçou a trocar as moedas por discos em 2007. Eu prefiro as moedas e os zappers básicos ainda têm moedas. Ninguém está a caluniar esses, o que é estranho, embora eles estejam no mercado já há sete anos e a ganhar popularidade, aqui e no estrangeiro.

Agora encontram-se várias imitações dos nossos zappers no mercado que têm discos de metal na caixa em vez de varinhas de metal para segurar com as mãos. Eu disse antes como a maneira de beneficiar mais do zapper é usá-lo mais ou menos constantemente e o tamanho e conveniência dos nossos zappers tornam isso numa consideração prática.

Os zappers parecem ser benéficos para a flora intestinal, que não são parasitas. Eu penso que seja assim porque a flora benéfica é aeróbica, o que quer dizer que floresce num ambiente rico em oxigénio. O oxigénio destrói organismos causadores de doença de uma maneira que é muito parecida à acção da micro-corrente e isso é presumidamente a razão pela qual a terapia de oxigénio é tão eficiente. Se os zappers destruíssem a flora benéfica, como alguns dizem, nós já nos tínhamos apercebido, por causa dos problemas de saúde que seriam causados por isto, e ninguém teve pioras na saúde por usar um zapper. Por outro lado, os antibióticos destroem a flora intestinal e há muitas histórias de pessoas cuja saúde piorou depois de usaram antibióticos. Eu não tive nenhuma doença infecciosa desde que comecei a usar zappers, em Março de 1996. Costumava adoecer pelo menos duas vezes por ano, embora tenha rapidamente curado uma gripe forte quando experimentei prata coloidal pela primeira vez em 1994.

Os zappers claramente não fazem mal nenhum a quem tenha um pacemaker, órgão transplantado ou quem esteja grávida. Em 1997, um homem cujo corpo estava a rejeitar um coração transplantado descobriu que o coração estava rapidamente a ser aceite depois de começar o nosso zapper (o zapper básico, na altura). É o único caso que conheço deste tipo e não posso prometer resultados a ninguém. Como disse antes, os zappers a pilhas não podem fazer mal a ninguém. Vendemos centenas de zappers a pessoas com pacemakers e nem um só se queixou. Quando a Carol e eu estivemos na Namíbia pedimos à mãe de uma criança que estava a morrer de disenteria para usar o zapper nela enquanto amamentava o bebé e em minutos o bebé deixou de ter sintomas de disenteria, tendo recuperado completamente em pouco tempo. Vendemos zappers a muitas mulheres grávidas e as únicas que nos deram feedback disseram que tiveram uma gravidez mais agradável depois de começarem a usar o zapper. Os fetos com certeza não são parasitas.

Os nossos modelos de zapper usam baterias normais de 9V. Algumas marcas têm pilhas demasiado ‘gordas’ para se poder fechar bem a tampa, por isso quando encontrares uma marca que serve, continua a usá-la. Se compraste uma pilha que não assenta muito bem, porque não continuas a usá-la até ela acabar para depois pores uma melhor? Entretanto podes manter a tampa fechada com um pouco de fita-cola ou uma banda elástica até que a pilha fique sem carga.

Boas perguntas

“Obrigada Carlos, estas coisas ainda são novas para mim. Eu estou ainda a ter conhecimento dos chemtrails, da radiacao vinda dos telemoveis, das torres electricas, o projecto haarp (se é que se diz assim) dos virus que nos implantam (disseram-me que é em astral e até fisicamente com chips ou nanochips), dos virus da internet. Como sou céptica custa-me a acreditar e preciso entender de forma concreta. Preciso de factos e provas reais.
Porque há muita informacao trocada e errada. Eu tenho uma orgonite na mesinha de cabeceira do meu quarto. Vamos ver os efeitos. O que eu não entendo é o porquê de nos fazerem estas coisas. Qual é o interesse de pôrem as pessoas doentes e destas invencoes todas. Será que é só por ganancia?”

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Isso são boas perguntas e completamente válidas. Acho que é melhor esse cepticismo do que acreditar em tudo o que dizem, sem dúvida.
Há muita coisa sem bases na realidade que – umas vezes por inconsciência e outras por maldade – encontra grande eco na internet e em livros publicados. É por isso que acho que esse cepticismo, combinado com curiosidade e abertura, é essencial para se desbravar a selva de ideias com que somos deparados quando começamos a explorar caminhos fora daquilo que é o “normal”.

Também há muito medo acoplado a muita da informação de que fala (chemtrails, implantes, etc). Os chemtrails, por exemplo: eu não sei exactamente o que são mas parece-me que os seus efeitos são mais psicológicos do que outra coisa. Nos dias em que não os vejo fico contente porque vou poder ver o céu azul e o sol, sem entraves. Onde os vejo a espalharem-se e a criar aquele filme branco, sem dificuldades, é porque para aquele lado é preciso mais orgonite.
Há pessoas a adoecer em massa devido aos chemtrails? Preciso de provas. No início da década de 2000 realmente houve um surto de doenças respiratórias em vários países ocidentais. Depois de terem sido feitos muitos cloudbusters, os chemtrails deixaram de se espalhar e descer até ao solo. Agora quando espalham venenos parecem preferir avionetas e altitudes mais baixas, e esses chemtrails são transparentes.

Os implantes é outro assunto sobre o qual também há muito pouca informação verificada. Estamos a falar de uma tecnologia microscópica, quando não completamente etérica e nesse caso invisível a instrumentos conhecidos do público.
Não faço ideia como funciona mas felizmente sei como combatê-la: o lado físico/tridimensional pode ser desactivado através de um íman neodímio colocado o mais perto possível do implante, e o lado etérico com ténicas de envio de energia positiva como exemplificado aqui https://www.orgonite-portugal.com/pt/envio-de-energia-positiva/
Como saber se/onde estão implantes? Mais uma vez, usando das faculdades etéricas (intuição) ou de algum instrumento que os possa detectar (desconheço-os mas penso que existam).

Muita ciência e tecnologia avançadas têm sido impedidas de chegar a público, sendo os trabalhos de Nicola Tesla um dos maiores exemplos. Outro exemplo é a ciência do etérico, a qual à falta de instrumentos somos obrigados a usar as nossas faculdades naturais humanas para a poder estudar e manusear, o melhor que podemos – acho no entanto que neste caso será um exemplo de males que vêm por bem, pois se estivéssemos tão dependentes da tecnologia não haveria lugar para um maior interesse no espiritual, que é essencial. Afinal, o que viémos aqui fazer? 😉

Perguntou, por outras palavras, “Porque é que nos estão a fazer todo este mal?”
Esta é talvez a parte mais difícil de passar, porque temos de aceitar que há pessoas que realmente fazem coisas horrendas, subumanas. E que talvez alguns deles não sejam mesmo sequer seres humanos.

Vamos imaginar a União Soviética tal como existiu desde 1922-1991, com toda a repressão, com todas as purgas, as migrações forçadas, os prisioneiros políticos, os campos de trabalhos forçados, o medo constante e uma população que se vigiava a ela própria. Agora vamos aplicar esse modelo de organização de vida ao planeta inteiro, imaginando que cada país que agora é independente se tinha tornado parte de uma União Soviética mundial.

Pronto, é isso que eles querem das populações. Submissão completa e total. E querem essa submissão não imposta mas de vontade.
Porque isto é uma guerra do espírito mais do que uma guerra de território, de balas e de petróleo – embora também os inclua, esses factores não são o mais importante. Aquilo que desejam para nós é a pura escravidão espiritual.

Mas para isso tinham de nos moldar numa espécie de robôs, o que não é tão fácil como possa parecer. E tinham de reduzir bastante a população mundial, o que também não é tão fácil. Isto no meu entender é como uma peça de teatro em que alguns dos actores se esqueceram que não são eles a escrever o guião. Penso que se pode dizer que a Direcção da peça está a dar-nos a *todos* a oportunidade de escrevermos o guião em conjunto e está a dar-nos todas as oportunidades e mais algumas para assim participarmos. Pelo menos é desta maneira que vejo as coisas.