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Ulgueira e Atalaias

Fiz gifting este Domingo ao pé da casa do meu pai, num par de aldeias cheias de estranjeiros ricos – Ulgueira e Atalaias. Nunca tinha visto tanto casarão de portão grande em tão pequeno espaço. As aldeias deram-me uma sensação estranha, especialmente algumas das casas e a área da pequena igreja. Também tive intuições sobre fontes subterrâneas de energia negativa, portanto vou acabar por fazer outra visita – para ver o resultado deste trabalho e para aplicar tubos de metal com orgonite – verdadeiras agulhas de acunpunctura para o nosso planeta, ainda que de muito mais fácil aplicação. As intuições sobre este lugar foram fortes e de interpretação fácil.
 
A única torre estava bastante carregada de antenas em comparação com o tamanho da população local e 15 segundos depois de aplicar a orgonite, levantou-se um vento bom e que se manteve até me ir embora. O renovado fluir da energia previamente estagnada. Quando voltei a passar nas aldeias a energia sentia-se melhor, ainda que houve um lugar que pedia mais orgonite, mas não era lugar para deixar o cone, a única orgonite que restava.
À saída deixei o cone ao pé de uma casa que me deu uma sensação estranha. Mais adiante no mesmo caminho estava um dos portões de uma enorme propriedade. Tinha a palavra Kéops escrita com spray. 15 minutos depois enquanto procurava o caminho de casa, olho para trás e vejo uma águia.
 
Passei por alguns caminhos maravilhosos, portanto foi uma acção em espírito de “turismo de gifting”. Devo ter andado umas 4 horas e meia, para cima e para baixo naqueles montes ahah! Pelo caminho também reforcei o gifting de um par de torres. Estou contente por conhecer a área desta maneira. No entanto, mais longe que isto e vai ter de ser de carro.
 
Havia algum smog castanho ao longe, na direcção de uma área com antenas que penso ainda não terem sido tratadas com orgonite. Um alvo para mais tarde.

A Fonte Da Juventude

Recomendo vivamente o livro “A Fonte Da Juventude” de Peter Kelder.

Os 5 exercícios (ritos) nele ensinados são simples, não consomem muito tempo e os benefícios sentem-se logo desde o início.
Ajudam com o fluir da sua energia, dando um “boost” logo de manhã ao acordar que para mim é melhor do que qualquer café. Também me sinto mais centrado e “dentro de mim” – não substituindo as técnicas de grounding, é uma excelente prática complementar. Para finalizar (e sem querer prometer nada) pelo menos comigo aconteceu perder excesso de peso.

Ficam aqui excertos traduzidos:

 


Rito Número Um

“O primeiro rito,” continuou o Coronel, “é muito simples. É feito com o propósito de acelerar os vórtices [chakras]. As crianças fazem-no muitas vezes quando brincam.
“Tudo o que tem a fazer é estar de pé, direito e com os braços esticados e paralelos ao chão. Agora rode sobre si próprio até começar a ficar tonto. Uma coisa coisa importante: tem de rodar da esquerda para a direita. Ou seja, se puser um relógio no chão com a face virada para cima, o rodar do corpo será feito no mesmo sentido do movimento dos ponteiros.
“Ao princípio a maior parte dos adultos só será capaz de rodar sobre si próprio uma meia dúzia de vezes antes de ficar tonto. Enquanto principiante não tente fazer mais. E se quiser sentar-se ou deitar-se para recuperar das tonturas então faça isso sem hesitar. Foi o que aconteceu comigo. Ao início, pratique o rito apenas até ao ponto em que começa a ficar ligeiramente tonto. Mas com o tempo, quando começar a praticar mais os cinco ritos, será capaz de rodar mais e ter menos tonturas.
“Para evitar as tonturas pode fazer o mesmo que os dançarinos e os praticantes de patinagem artística fazem. Antes de começar a rodar, foque a sua visão num único ponto directamente à sua frente. Depois, quando começa a rodar, continue a fixar a sua visão nesse ponto, durante tanto tempo quanto possível. A certa altura esse ponto terá de deixar o seu campo de visão para que a sua cabeça possa rodar, seguindo o movimento do corpo. Quando isto acontecer, rode a cabeça muito depressa para voltar rapidamente a fixar o mesmo ponto de antes. Este ponto de referência ajuda-o a prevenir a desorientação e as tonturas.”

 

Rito Número Dois

(Se quiser faça uso de uma superfície, por exemplo um tapete de yoga, para praticar os ritos 2-5)

“Quando estiver deitado de costas, estenda os braços ao comprido, ao longo do corpo e deixe as palmas das mãos viradas para o chão, com os dedos juntos uns aos outros. Depois levante a cabeça do chão, chegando o queixo ao peito. Enquanto faz isto, levante as pernas (mantendo os joelhos direitos) até que elas fiquem na vertical. Se possível, deixe as pernas avançar até ficarem por cima do corpo, com os pés na direcção da cabeça. Mas não deixe os joelhos dobrar.
“Depois baixe lentamente a cabeça e as pernas, mantendo os joelhos direitos. Deixe todos os músculos relaxar e repita o rito.
“Com cada repetição, dê um ritmo à sua respiração: inspire fundo enquanto levanta a cabeça e as pernas; expire completamente enquanto as baixa. Entre as repetições e enquanto está a permitir aos músculos descansar um pouco, mantenha-se a respirar do mesmo modo. Quanto mais profundamente respirar, melhor.
“Se não conseguir manter os joelhos perfeitamente direitos, então deixe-os dobrar-se tanto quanto o necessário. Mas enquanto faz o rito, tente endireitá-los o máximo possível.”

 

Rito Número Três

“O terceiro rito deve ser feito logo a seguir ao segundo. Também é muito simples. Tudo o que tem a fazer é ajoelhar-se no chão, mantendo o tronco direito. As mãos devem estar encostadas aos músculos das coxas.
“Agora, incline a cabeça e o pescoço para a frente, encostando o queixo ao peito. Depois, mova a cabeça e o pescoço para trás tanto quanto for possível, arqueando a espinha. Enquanto arqueia a espinha, ajude a suportar essa posição contraindo os músculos dos braços, que estão direitos. Depois de arquear a espinha, volte à posição inicial e comece o rito todo do início.
“Tal como com o segundo rito, deve fazer uma respiração com ritmo. Inspirar fundo enquanto arqueia a espinha e expirar completamente o ar quando volta à posição inicial das costas direitas. Respirar fundo é muito benéfico, por isso ponha tanto ar nos seus pulmões quanto possível.”

 

Rito Número Quatro

“A primeira vez que fiz o rito número quatro,” disse o Coronel, “parecia-me muito difícil. Mas depois de uma semana era tão simples como os outros.
“Primeiro, sente-se no chão com as pernas estendidas para a sua frente e os pés a cerca de 30 cm um do outro. Com o tronco erecto, coloque as palmas das mãos no chão, ao pé das suas nádegas. Depois, coloque o queixo encostado ao peito.
“Agora, ponha a cabeça para trás tanto quanto possível. Ao mesmo tempo, levante o seu corpo de maneira a que os joelhos se dobrem enquanto os braços ficam a direito. O tronco do seu corpo vai formar uma linha com a parte superior das pernas, horizontalmente com o chão, enquanto que ambos os braços assim como a parte inferior das pernas vão ficar na vertical, de maneira perpendicular ao chão. Depois contraia cada músculo do corpo. Finalmente, relaxe os seus músculos enquanto volta à posição original em que estava sentado, e descanse antes de repetir.
“Mais uma vez, a respiração é importante para este rito. Inspire fundo enquanto levanta o corpo. Sustenha a respiração enquanto contrai os músculos e expire completamente o ar enquanto trás o corpo de volta à posição inicial. Continue a respirar da mesma maneira enquanto descansa, entre cada repetição do rito.”

 

Rito Número Cinco

O Coronel prosseguiu, “Quando fizer o quinto rito, o seu corpo vai estar virado para baixo. Estará suportado pelas mãos, palmas contra o chão, e com os dedos dos pés flexionados. Durante este rito, as mãos assim como os pés, devem estar posicionados a cerca de 60 cm um do outro, e os braços e as pernas devem ser mantidos direitos.
“Comece com os seus braços perpendiculares ao chão e a espinha arqueada, de maneira a que o corpo esteja numa posição pendente. Agora ponha a cabeça para trás tanto quanto possível. Depois, dobrando o corpo, ponha-se numa posição de “V” invertido. Ao mesmo tempo, encoste o queixo ao peito. E pronto, é tudo. Depois volte à posição original e comece o rito todo outra vez.
“Ao fim da primeira semana, a maior parte das pessoas acha este um dos ritos mais fáceis de se fazer. Quando se tornar mais versado neste rito, deixe o corpo cair da posição de “V” invertido até quase, quase tocar no chão. Contraia os músculos por um momento, tanto no ponto em que o corpo está mais levantado (o V invertido) como no ponto em está mais baixo e com as costas arqueadas.
“Continue o mesmo padrão de respiração usado nos ritos anteriores. Inspire fundo enquanto levanta o corpo. Expire completamente o ar enquanto devolve o corpo à posição inicial”

 


O livro aconselha a fazer as coisas com calma e sem forçar. Se houver algum exercício que não consiga fazer ao início, não há problema – com o tempo e a prática dos outros exercícios vai ser possível melhorar as suas capacidades.
Ao início cada rito deve ser feito, se possível, pelo menos 5 vezes, progredindo no número de repetições até um ideal de 21 vezes seguidas. Desde que iniciei esta prática, há cerca de um mês, ainda não fiz rotinas com mais de 8 ou 9 repetições mas nota-se logo desde o início a sua influência positiva. As melhores alturas para o fazer são de manhã ao acordar e à noite antes de deitar.

O livro trata de várias outras coisas relacionadas com o bem-estar e a saúde, mas estes cinco ritos são o essencial.

Água, fonte da vida

Nunca fui muito de beber água, de me preocupar com a dieta ou com fazer exercício, mas nos últimos anos (tenho 37) parecia que o corpo me começava a pregar partidas e eu não sabia de onde nem porquê. Quando decidi começar a tratar melhor de mim próprio, este livro foi das primeiras coisas que apareceram.
Muito recomendado!

Excerto:
“Para corrigir um problema de saúde causado pela desidratação torna-se necessário uma mudança do estilo de vida. O essencial do programa da Cura de Água é simplesmente água e sal em quantidade suficiente; exercício com regularidade; uma dieta equilibrada, rica em minerais e que inclui muita fruta, vegetais e as gorduras essenciais necessárias para a criação das membranas celulares, hormonas e criação das membranas celulares; exclusão da cafeína e do álcool; e meditação para resolver e detoxificar pensamentos stressantes. A exclusão de adoçantes artificiais da sua dieta é uma necessidade absoluta para melhorar a saúde.”

Water For Health, For Healing, For Life: You’re Not Sick, You’re Thirsty!

Feia ou bonita não interessa

Se fazes a tua própria orgonite, participas no gifting ou simplesmente se tiveste algum contacto com peças de aspecto menos formoso, é possível já te teres apercebido que a orgonite não quer saber se é feia ou bonita para ter o seu efeito.

Aqui estão algumas fotos das peças que fizémos durante a viagem de gifting às Canárias em 2013. Estávamos em casa da grande Maria Victoria em Lanzarote e os materiais foram o que encontrámos lá em casa ou na cidade – o resultado foi uma autêntica “orgonite de guerrilha” 😀

Apesar de ter este aspecto ela funciona perfeitamente e foi com este tipo de orgonite simples e básica que orgonizámos centenas de antenas espalhadas pelas 7 ilhas.
Um dos resultados foi o aumento da pluviosidade, tendo começado logo em Setembro, nos últimos dias da nossa viagem.

Tudo servia… copos de plástico, de papel. Claro os de papel ficavam agarrados mas também não faz mal.
Atenção que nem todo o plástico é adequado. Parece-me que o polipropileno (com as letras “PP” na base do objecto) é dos que funciona mas é questão de experimentar.

Efeitos visíveis da orgonite

Já me pediram várias vezes provas visíveis dos efeitos da orgonite e nem sempre me lembro dos melhores exemplos mas acho que esta página da loja Quebec Orgone tem algumas fotos elucidativas. Tirando a experiência com o cloudbuster que implica um investimento maior, são tudo coisas fáceis de reproduzir 😉

https://www.quebecorgone.com/en/visible-effects-of-orgone

Orgonite – é preciso limpar?

Questão de uma cliente:

“Gostaria se possível me esclarecesse acerca de uma questão!? É necessário aquando da recepção dos Orgonites fazer alguma limpeza? Devemos fazer de quando em vez alguma limpeza, se sim, como, a regularidade do procedimento e ainda se existe alguma dica que pense importante, no uso deles,”


Não há necessidade de nenhuma limpeza. Isso é uma coisa que é preciso fazer a cristais, que funcionam de maneira diferente pois eles podem acumular energiar. A orgonite não acumula mas sim transmuta a energia negativa em energia positiva.

Se tiver algum desejo ou curiosidade de interagir com a orgonite, isso é outra coisa.
A orgonite é um objecto etérico “vivo”, ou seja é possível estabelecer uma relação com a orgonite e a sua energia, e de tentar aplicar essa energia de maneira consciente.
Não sendo uma coisa necessária de se fazer, há sempre essa possibilidade e pode contribuir para o nosso crescimento espiritual.

Ainda estamos todos um bocado a aprender sobre isto, portanto a **** teria de inventar os seus próprios “rituais”. Se entretanto aprender alguma coisa, terei muito gosto se o partilhar comigo.

Obrigado 😉

O Zapper

Como os zappers funcionam – por Don Croft

Ninguém pesquisou o suficiente para responder a esta pergunta com confiança portanto estamos todos (incluindo eu) um pouco a adivinhar. Pesquisa séria, como já disse antes, custa muito dinheiro e raramente é feita excepto por universidades patrocinadas por corporações ou pelas próprias corporações, havendo em nenhum dos casos interesse algum em zappers. Eu não consigo pensar em nenhuma grande corporação (golem) cuja existência não esteja ameaçada directa ou indirectamente por tecnologia empoderadora do indivíduo como é o zapper.

Eu prefiro a teoria mais racional e simples de que os zappers fornecem uma fonte ininterrupta de electrões livres para o corpo e que isto assegura que o campo estático pelo corpo fora se mantém saudável. Ou seja, que há uma abundância de electrões livres.

Dois pequenos factos suportam isto: o smog, que é uma coisa parecida com a infestação interna por parasitas, é apenas o resultado visível da suspensão coloidal de partículas tóxicas na atmosfera e isso acontece porque há um deficit de electrões livres no campo estático ambiente. Esta também é a razão pela qual um pouco de trovoada limpa rapidamente a atmosfera poluída e faz com que o ar cheire a ozono – as partículas tóxicas perdem imediatamente a suspensão e caem ao solo

Os nossos zappers (Terminator e T-Rx) têm todos uma frequência: aproximadamente 15 ciclos por segundo (Hertz, Hz).

Nunca vi provas de que este processo muito suave de electrificação no corpo ou a limpeza da atmosfera pela acção de relâmpagos tivessem alguma coisa a ver com frequências. Há muita confusão entre os zappers e o gerador de frequências do Dr Rife mas as duas coisas representam estratégias completamente separadas de atingir a cura e ambas são válidas, partindo do princípio que a pessoa em posse do Gerador Rife tem habilidade suficiente para determinar a frequência ressonante apropriada para matar patógenos específicos. Os zappers parecem destruir todos os tipos de patógenos ao mesmo tempo, através de um processo diferente (electrificação suave). O Dr. Rife baseou o seu trabalho na descoberta do Dr. Abrams de que qualquer ser vivo nocivo se desintegra na presença da emissão rádio com o mesmo comprimento de onda que o comprimento do corpo desse organismo. Um cientista da Pensilvânia na década de 1950 estava a destruir pestes de insectos agrícolas pelo Estado inteiro quando a agência federal FDA enviou milhares de agentes àquele estado para conduzirem uma campanha de assassinato da sua reputação. Essa história é contada no livro de Tompkins e Bird com o título “The Secret Life of Plants” [A Vida Secreta das Plantas]. Alguns anos antes das pessoas começarem a promover zappers multi-frequência, baseados em tabelas de frequência plagiadas ao Dr. Rife que as desenvolveu no inicio da década de 1900s, houve uma mudança e as tabelas tornaram-se obsoletas. A Carol e eu costumávamos vender zappers por atacado a dois operadores de Gerador Rife que estavam a ter bons resultados usando frequências descobertas por radiestesia. Eles insistiam que os seus clientes usassem um zapper ao início antes de os tentarem diagnosticar e tratar com a máquina, mas eu pergunto-me se eles estivessem a usar a máquina Rife para restaurar órgãos e tecido danificado ao invés de estarem a matar os parasitas do corpo. Nós deixámos de estar em contacto com eles mas se eles estivessem aqui eu perguntava-lhes se as frequências que resultaram poderiam estar relacionadas com as dimensões dos órgãos afectados.

Há muito anos atrás ouvi falar de um Dr. na República Dominicana que estava a curar o cancro com um grande electroíman e nessa altura especulei que talvez este aparelho enorme, que rodeava o paciente, estivesse simplesmente a induzir um fluxo de micro-corrente no corpo, que é como parecem funcionar os zappers simples. A frequência dos zappers produz capacitância e quando um zapper regista 5 milésimos de um ampere no disco e só 5 milionésimos de um ampere no corpo isto significa que só um décimo de 1% da corrente do zapper atravessa a pele, via a capacitância do zapper. O milagre, para mim, é que tão pouca corrente seja aparentemente capaz de conseguir tanto. É com certeza uma corrente demasiado insignificante para danificar o corpo seja como for.

Há indicações por pesquisa sólida como os organismos patógenos (vermes, bactérias, vírus e fungos) criam o mesmo tipo de campo estático doentio no corpo que permite ao smog acídico de existir na atmosfera. É bem conhecido como os parasitas estão constantemente a excretar ácidos, incluindo formol, álcool e amónia no seu meio e há no nosso site uma foto de vermes intestinais acabados de matar (por um zapper colocado junto ao abdómen) que estão já em processo de decomposição: a sua pele parece estar a dissolver-se. Em poucas palavras, os ambientes ácidos têm falta de electrões livres. Já reparei que a maior parte das pessoas com uma educação superior prefere teorias complexas e abstrusas ao invés das teorias simples e racionais como esta e há um monte de desinformação sobre os zappers criada por pessoas vestidas de bata branca e com uma quantidade impressionante de letras antes do nome.

Um exemplo da preferência dos detentores de canudo por teorias más mas românticas ao invés das observações simples e práticas é este: quando comecei a pôr discos de cobre na caixa do zapper em vez de ligar fios às “varinhas” que se seguram com as mãos, houve vários engenheiros de electrónica que me disseram que isto não podia funcionar porque os dois eléctrodos estavam demasiado próximos um do outro para permitir a capacitância através da pele. A única razão pela qual deixei de usar as “varinhas” foi porque reparei que os meus clientes não estavam a usar os seus zappers excepto quando em sofrimento, porque basicamente era muito inconveniente terem que estar sempre a segurar nos terminais. Então testei a minha modificação numa dúzia de pessoas que tinham congestão de sinusite crónica. Em todos os casos a congestão desapareceu em 20 minutos, que era o mesmo tempo necessário quando se seguravam os eléctrodos, um em cada mão. Isto foi em 1997 e já ninguém critica o estarmos a colocar discos de cobre na caixa.

Não há corrente suficiente para transferir cobre ou zinco através da pele. Eu sei isto porque nos primeiros anos fazia muita prata coloidal. Eu usava um circuito de zapper, modificado para ligar fios de prata desde os terminais das pilhas directamente à água destilada. O método que estou a dizer fazia prata coloidal da melhor, que era amarela e continha 20 partes por milhão de fino colóide de prata. Um zapper produz aproximadamente metade da corrente da bateria que o faz funcionar. Eu tentei fazer colóide de cobre a partir de uma pilha de 9V mas de todo não consegui. Também não consegui fazer colóide com outros metais e uma pilha de 9 V.

Para transferir metais que não a prata para a água requer aparentemente tanta electricidade que a corrente seria provavelmente fatal para o corpo, por isso eu quero assegurar os nossos clientes de que eles nunca sofrerão qualquer envenenamento de metal por nenhum zapper alimentado a pilhas. Mesmo que fosse possível passar metal através da pele, isso seria na forma de nutriente e não veneno. Os Americanos são deficientes em cobre por causa dos métodos de agricultura industrial destrutivos dos últimos 50 anos, por isso se alguém conseguisse receber quantidades vestigiais de cobre através do zapping isso iria melhorar a saúde ao invés de fazer mal. Esta questão apareceu quando eu comecei a usar moedas de cobre em vez dos discos para os nossos zappers e nessa altura houve uma campanha coordenada de propaganda que nos forçou a trocar as moedas por discos em 2007. Eu prefiro as moedas e os zappers básicos ainda têm moedas. Ninguém está a caluniar esses, o que é estranho, embora eles estejam no mercado já há sete anos e a ganhar popularidade, aqui e no estrangeiro.

Agora encontram-se várias imitações dos nossos zappers no mercado que têm discos de metal na caixa em vez de varinhas de metal para segurar com as mãos. Eu disse antes como a maneira de beneficiar mais do zapper é usá-lo mais ou menos constantemente e o tamanho e conveniência dos nossos zappers tornam isso numa consideração prática.

Os zappers parecem ser benéficos para a flora intestinal, que não são parasitas. Eu penso que seja assim porque a flora benéfica é aeróbica, o que quer dizer que floresce num ambiente rico em oxigénio. O oxigénio destrói organismos causadores de doença de uma maneira que é muito parecida à acção da micro-corrente e isso é presumidamente a razão pela qual a terapia de oxigénio é tão eficiente. Se os zappers destruíssem a flora benéfica, como alguns dizem, nós já nos tínhamos apercebido, por causa dos problemas de saúde que seriam causados por isto, e ninguém teve pioras na saúde por usar um zapper. Por outro lado, os antibióticos destroem a flora intestinal e há muitas histórias de pessoas cuja saúde piorou depois de usaram antibióticos. Eu não tive nenhuma doença infecciosa desde que comecei a usar zappers, em Março de 1996. Costumava adoecer pelo menos duas vezes por ano, embora tenha rapidamente curado uma gripe forte quando experimentei prata coloidal pela primeira vez em 1994.

Os zappers claramente não fazem mal nenhum a quem tenha um pacemaker, órgão transplantado ou quem esteja grávida. Em 1997, um homem cujo corpo estava a rejeitar um coração transplantado descobriu que o coração estava rapidamente a ser aceite depois de começar o nosso zapper (o zapper básico, na altura). É o único caso que conheço deste tipo e não posso prometer resultados a ninguém. Como disse antes, os zappers a pilhas não podem fazer mal a ninguém. Vendemos centenas de zappers a pessoas com pacemakers e nem um só se queixou. Quando a Carol e eu estivemos na Namíbia pedimos à mãe de uma criança que estava a morrer de disenteria para usar o zapper nela enquanto amamentava o bebé e em minutos o bebé deixou de ter sintomas de disenteria, tendo recuperado completamente em pouco tempo. Vendemos zappers a muitas mulheres grávidas e as únicas que nos deram feedback disseram que tiveram uma gravidez mais agradável depois de começarem a usar o zapper. Os fetos com certeza não são parasitas.

Os nossos modelos de zapper usam baterias normais de 9V. Algumas marcas têm pilhas demasiado ‘gordas’ para se poder fechar bem a tampa, por isso quando encontrares uma marca que serve, continua a usá-la. Se compraste uma pilha que não assenta muito bem, porque não continuas a usá-la até ela acabar para depois pores uma melhor? Entretanto podes manter a tampa fechada com um pouco de fita-cola ou uma banda elástica até que a pilha fique sem carga.