A orgonite traz uma melhoria dramática à energia das pessoas e lugares. Absorve energia negativa, transforma-a e depois irradia a energia positiva que acabou de produzir. Não precisa de manutenção e trabalha 24 horas por dia.

O tipo de orgonite mais conhecido foi desenvolvido por Don e Carol Croft e também é conhecido por “gerador de orgone”. Em 1998 Don estava a fabricar zappers e a experimentar os seus próprios acumuladores de orgone Wilhelm Reich quando conheceu tecnologia proprietária de Karl Welz. Em breve começou a fazer experiências com a ajuda da sua filha Nora e em 2001 Don e Carol Croft fizeram a sua primeira orgonite. Também publicaram a fórmula desta tecnologia para que ficasse aberta a todos, o que resultou numa adopção rápida e na ajuda a um grande número de pessoas.

A orgonite é uma mistura de resina industrial e limalha de metal. Um cristal (normalmente quartzo) é adicionado, pois aumenta a potência da peça. Estes são os únicos componentes necessários para se fazer orgonite básica e simples. Este tipo de peça, também conhecida como “orgonite táctica”, é usada com frequência para limpar sítios que tivessem sido afectados por energia negativa. A aplicação da orgonite muda a energia desses lugares de volta a um estado saudável.

Alguma orgonite é feita com elementos extra, tal como combinações de cristais diferentes ou fio de cobre configurado de maneira específica – essas peças foram feitas especificamente para uso pessoal. A orgonite pessoal é mais eficiente para o uso para o qual foi desenhada. É comum encontrar orgonite para a casa, local de trabalho e também para usar tais como os colares, que têm muita procura.

O que é o orgone?

O orgone é apenas outro nome para a energia etérica (espiritual). Esta energia universal também é conhecida como “qi” na China e “prana” na Índia.
Como vivemos num mundo multidimensional, onde a parte espiritual precede hierarquicamente e ao mesmo tempo governa a parte daquilo que é físico e material, o orgone é o elemento mais importante em moldar a nossa vivência e o meio em que nos inserimos. É literalmente de onde nasce a vida.

A energia do nosso planeta manifesta-se nas muitas linhas ley e vórtices que se encontram por toda a Terra, provavelmente da mesma maneira que nós temos linhas de energia e chakras no nosso corpo. Também há edifícios e outras estruturas construídas nessa rede energética desde da pré-história – por exemplo, cada igreja está situada numa linha de energia.

Algumas dessas construções e dos rituais nelas realizados envenenaram parte da rede energética do planeta. Hoje em dia essa estrutura de energia negativa esta a ser reforçada especialmente pelos milhões de antenas da rede móvel que irradiam grandes quantidades de energia negativa. Felizmente, a orgonite reverte a situação e a energia positiva pode começar a fluir de novo, como tem sido feito desde 2001 através da acção directa de milhares de pessoas por todo o mundo.

Onde sentires que a energia está negativa, estagnada, pesada – coloca orgonite e vê a diferença.

 

O pioneiro Wilhelm Reich

O Dr. Wilhelm Reich (1897-1957) teve uma rica trajectória que o levou desde a Psicanálise, passando pela Biologia, pela Física e acabando até a ser pioneiro de novas ciências como a Orgonomia. Durante anos Reich procurou a cura para aquilo que considerava ser o maior flagelo da Humanidade: o cancro. Reich via os tumores como o último dos estágios de uma doença que se manifesta na pessoa durante vários anos, com sintomas aparentemente não relacionados com o cancro, como os desequilíbrios psíquicos.

Enquanto dava terapia a pacientes com problemas psíquicos, Reich identificou a existência de uma energia biológica. Ele fez então experiências para verificar a existência dessa energia biológica em microorganismos.
Reich descobriu que quando submetia a altas temperaturas várias infusões de água e diferentes tipos de matéria incluindo erva, carvão e areia, estas inchavam e desintegravam-se, acontecendo depois a formação de vesículas microscópicas a que ele chamou “bions”. Estes bions podiam mais tarde aglomerar-se e formar microorganismos como a ameba e a paramécia.

Reich reparou que emanava dos bions uma energia azul, que ele percebeu ser a energia vital que permitia a formação de bions e a sua transformação em protozoa. Ele chamou a esta energia vital o “orgone”. Depois de anos de experiências, Reich concluiu que o orgone está em todo o lado e considerava o Sol como a maior fonte de orgone.

Para Reich o cancro não era mais do que a fome prolongada de energia vital na pessoa afectada. Assim, os tumores são o estado já muito avançado de uma doença que ele considerava afectar grande parte da população mundial.

A história das experiências do Dr. Reich é fascinante e eu recomendo que leiam o seu livro de dois volumes “A Descoberta do Orgone”.

 

Como a Orgonite influencia o Orgone

Através de Reich aprendemos que o metal reflecte o orgone e que as substâncias orgânicas o atraem. Os seus acumuladores de orgone – caixas construídas com camadas alternadas de metal e material orgânico – apenas atraem e absorvem o orgone sem possibilidade de uma descarga ou da transformação da energia negativa em positiva.

A orgonite mudou tudo isto.

Com a orgonite temos uma tecnologia que trabalha 24 horas por dia sem necessidade de qualquer interacção: não são precisas nem limpezas, nem recarregamentos. Esta tecnologia vai trabalhar constantemente para limpar a energia onde quer que estejas, a toda a hora. Vai trabalhar sobre ti, sobre a tua família e amigos, a tua casa, local de trabalho, etc.

E se a colocares perto de uma antena da rede móvel vais transformar essa fonte de EMF e cancro numa fábrica de energia regeneradora. Incrível não é? Ninguém pode confirmar isto por ti – vais ter de ser tu a experimentar.

Sair de casa e colocar orgonite ao pé de fontes de energia negativa para recuperar esses espaços e encher de boa energia outra vez é uma actividade também conhecido como “gifting” (dar uma prenda). É uma maneira poderosa de ajudar a fazer um mundo melhor.

O que é a Orgonite?

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *