Boas perguntas

“Obrigada Carlos, estas coisas ainda são novas para mim. Eu estou ainda a ter conhecimento dos chemtrails, da radiacao vinda dos telemoveis, das torres electricas, o projecto haarp (se é que se diz assim) dos virus que nos implantam (disseram-me que é em astral e até fisicamente com chips ou nanochips), dos virus da internet. Como sou céptica custa-me a acreditar e preciso entender de forma concreta. Preciso de factos e provas reais.
Porque há muita informacao trocada e errada. Eu tenho uma orgonite na mesinha de cabeceira do meu quarto. Vamos ver os efeitos. O que eu não entendo é o porquê de nos fazerem estas coisas. Qual é o interesse de pôrem as pessoas doentes e destas invencoes todas. Será que é só por ganancia?”

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Isso são boas perguntas e completamente válidas. Acho que é melhor esse cepticismo do que acreditar em tudo o que dizem, sem dúvida.
Há muita coisa sem bases na realidade que – umas vezes por inconsciência e outras por maldade – encontra grande eco na internet e em livros publicados. É por isso que acho que esse cepticismo, combinado com curiosidade e abertura, é essencial para se desbravar a selva de ideias com que somos deparados quando começamos a explorar caminhos fora daquilo que é o “normal”.

Também há muito medo acoplado a muita da informação de que fala (chemtrails, implantes, etc). Os chemtrails, por exemplo: eu não sei exactamente o que são mas parece-me que os seus efeitos são mais psicológicos do que outra coisa. Nos dias em que não os vejo fico contente porque vou poder ver o céu azul e o sol, sem entraves. Onde os vejo a espalharem-se e a criar aquele filme branco, sem dificuldades, é porque para aquele lado é preciso mais orgonite.
Há pessoas a adoecer em massa devido aos chemtrails? Preciso de provas. No início da década de 2000 realmente houve um surto de doenças respiratórias em vários países ocidentais. Depois de terem sido feitos muitos cloudbusters, os chemtrails deixaram de se espalhar e descer até ao solo. Agora quando espalham venenos parecem preferir avionetas e altitudes mais baixas, e esses chemtrails são transparentes.

Os implantes é outro assunto sobre o qual também há muito pouca informação verificada. Estamos a falar de uma tecnologia microscópica, quando não completamente etérica e nesse caso invisível a instrumentos conhecidos do público.
Não faço ideia como funciona mas felizmente sei como combatê-la: o lado físico/tridimensional pode ser desactivado através de um íman neodímio colocado o mais perto possível do implante, e o lado etérico com ténicas de envio de energia positiva como exemplificado aqui https://www.orgonite-portugal.com/pt/envio-de-energia-positiva/
Como saber se/onde estão implantes? Mais uma vez, usando das faculdades etéricas (intuição) ou de algum instrumento que os possa detectar (desconheço-os mas penso que existam).

Muita ciência e tecnologia avançadas têm sido impedidas de chegar a público, sendo os trabalhos de Nicola Tesla um dos maiores exemplos. Outro exemplo é a ciência do etérico, a qual à falta de instrumentos somos obrigados a usar as nossas faculdades naturais humanas para a poder estudar e manusear, o melhor que podemos – acho no entanto que neste caso será um exemplo de males que vêm por bem, pois se estivéssemos tão dependentes da tecnologia não haveria lugar para um maior interesse no espiritual, que é essencial. Afinal, o que viémos aqui fazer? 😉

Perguntou, por outras palavras, “Porque é que nos estão a fazer todo este mal?”
Esta é talvez a parte mais difícil de passar, porque temos de aceitar que há pessoas que realmente fazem coisas horrendas, subumanas. E que talvez alguns deles não sejam mesmo sequer seres humanos.

Vamos imaginar a União Soviética tal como existiu desde 1922-1991, com toda a repressão, com todas as purgas, as migrações forçadas, os prisioneiros políticos, os campos de trabalhos forçados, o medo constante e uma população que se vigiava a ela própria. Agora vamos aplicar esse modelo de organização de vida ao planeta inteiro, imaginando que cada país que agora é independente se tinha tornado parte de uma União Soviética mundial.

Pronto, é isso que eles querem das populações. Submissão completa e total. E querem essa submissão não imposta mas de vontade.
Porque isto é uma guerra do espírito mais do que uma guerra de território, de balas e de petróleo – embora também os inclua, esses factores não são o mais importante. Aquilo que desejam para nós é a pura escravidão espiritual.

Mas para isso tinham de nos moldar numa espécie de robôs, o que não é tão fácil como possa parecer. E tinham de reduzir bastante a população mundial, o que também não é tão fácil. Isto no meu entender é como uma peça de teatro em que alguns dos actores se esqueceram que não são eles a escrever o guião. Penso que se pode dizer que a Direcção da peça está a dar-nos a *todos* a oportunidade de escrevermos o guião em conjunto e está a dar-nos todas as oportunidades e mais algumas para assim participarmos. Pelo menos é desta maneira que vejo as coisas.

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