Eu gostaria de começar por sublinhar uma coisa que disse ao Fran durante a viagem. Eu disse-lhe que se 1000 habitantes das Canárias revertessem uma torre cada um, provavelmente iam fazer mais dano à rede parasítica corporativa do que nós os dois e a nossa maratona de gifting. Independentemente destas grandes iniciativas (que neste caso combinaram a boa vontade e recursos de dezenas de pessoas para nos permitir cravar mais umas estacas no coração da besta) o sucesso deste movimento de gifting estaria provavelmente muito reduzido se não fossem os milhares de pessoas anónimas que tranquilamente vão conquistando a infra-estrutura mortífera da cabala internacional, quando e como os seus meios lhes permitem.

Planear é muito importante, especialmente quando se está constrangido de movimentos num arquipélago, mas eu acho que o Fran deu bem conta do recado. A importância da logística e planeamento vai inclusive à questão de “poupamos um pouco nos tomba-torres ou vamos largar a cada Km?). Chegámos até a ficar sem dinheiro uma vez e devemos muito à nossa anfitriã de Puerto de la Cruz, que nos ajudou na altura com precioso dinheiro para a gasolina e mantimentos.

Outra coisa que não se pode sobrestimar é a perserverança. Viagens como esta tentam maximizar o tempo disponível para que se reverta o maior número de alvos possível com a orgonite disponível. Foram feitas peças extra durante a viagem, uma vez que a nossa fome de orgonite era inesgotável 😀
Também é bom ter tantos condutores quanto possível. Nós só tínhamos o Fran – é uma grande façanha ele ter conduzido aqueles quilómetros todos.

Normalmente começávamos a meio da manhã e acabávamos quando já estava escuro. É impossível de fazer gifting a partir de um carro se não se consegue ver à distância. Portanto a noite era “tempo de ir à procura de sítio para dormir”. Metemo-nos em trabalhos um par de vezes por causa de acampar. Uma vez ficámos num sítio muito bonito num bosque das montanhas centrais de Gran Canaria mas o caminho era demasiado inclinado para o carro, que estava carregado… tivémos que o esvaziar, rezar e eu empurrava enquanto o Fran carregava no acelerador. Parece que foi por um fio que nos livrámos de ficar lá presos – é muito bom sentir a ajuda dos Operadores (espíritos benéficos) em alturas como esta 😊

Eu não estou a brincar quando chamo isto de maratona. Uma campanha de um mês desgasta e testa a pessoa tanto fisicamente como de outras maneiras. Também tem o seu quê de libertador porque tudo o que não está relacionado com o trabalho de gifting como que perde o interesse. Praticamente tudo o que se faz é giftar, comer, dormir, vira o disco e toca o mesmo. Claro, também vimos belas paisagens, conhecemos pessoas interessantes e com ideias comuns, e tivémos até umas mini-férias em Lanzarote, graças à nossa anfitriã e companheira de gifting Maria Victoria 😉

De modo geral não tivémos problemas nenhuns durante a viagem. Nada de peças do carro partidas, pelo menos nada essencial. No entanto o pobre “rapaz” (chamávamos “rapaz” ao carro) estava aos poucos com as peças de plástico e a electrónica a desfazerem-se em cacos. O motor esteve sempre bombar – é Mercedes ahah.

Os parasitas também não nos causaram mal nenhum. Don, Carol, Dooney e Stevo mantiveram-se a observar a nossa situação e também ajudaram muito através da via etérica, embora nós não nos apercebêssemos disso na altura. A Dooney relatou que eles sentiram que nós estávamos muito bem protegidos pelos nossos amigos Operadores.
Quando alguém agarra esta responsabilidade também há certas “benesses” que estão incluídas, uma delas é ter um alto nível de protecção das dimensões superiores – é óptimo estar na mesma “equipa” desses seres 😎

Provavelmente a altura que nós tivémos um situação mais apertada foi na Alfândega na Espanha Continental, antes de embarcarmos no navio que nos ia levar às Canárias. Eu acho que o Fran já contou esta história mas basicamente o homem encarregado de inspeccionar o carro achou muito estranho que nós estivéssemos a carregar tal quantidade de… material desconhecido. Depois de algumas explicações sobre o orgone e a força-vital nós oferecemos-lhe orgonite. Acontece que o agente da Alfândega até tinha preocupações com radiações electromagnéticas, portanto ele, contente, aceitou a nossa oferta e isso abriu-nos as portas para o embarque.

Viagem de Gifting às Canárias 2013: Algumas Observações
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